Roger Waters e Fora Bolsonaro
A turnê no Brasil, em 2018, em que Roger Waters critica a eleição de Bolsonaro e é vaiado pelos coxinhas, vira filme
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Roger Waters (1)
Roger Waters eml Palau Sant Jordi de Barcelona (The Wall Live) | Foto por Alterna2

George Roger Waters, mais conhecido como Roger Waters, de 76 anos, é um músico, cantor e compositor, fundador da banda de rock Pink Floyd, onde foi baixista e vocalista. Nascido na Inglaterra, em Surrey, seu pai, Eric Flecher Waters prestou vários serviços ao país na Segunda Guerra Mundial, como um dos oficiais e acabou morto nos campos de Anzio, na Itália onde atualmente é a cidade de Aprilia, em 18 de fevereiro de 1944, quando o músico tinha apenas cinco meses. Após esse acontecimento, Roger começou a fazer trabalhos referentes à morte de seu pai, contra o fascismo e nazismo, onde vieram seus principais álbuns: The Final Cut e The Wall.

Sabendo disso, quem realmente conhece Roger Waters, sabe seu posicionamento político e como ele enxerga governos de direita e ditaduras fascistas. Então, no dia 9 de outubro de 2018, coxinhas desavisados foram no show do artista e foram surpreendidos com as críticas que ele fez contra Bolsonaro e suas idéias fascistas e de como os governantes das idéias de direita estão dominado o mundo. Colocando também em um telão o escrito #EleNão, fazendo com que os bolsonaristas que ali se encontravam, no Allianz Parque, em São Paulo, começassem a vaiar o músico, mostrando o desconhecimento e a ignorância que esses direitistas tem sobre o trabalho de Roger.

Esse episódio acabou resultando em inspiração para a produção de um filme chamado “Us+Them”, com direção do musico Sean Evans e gravado na Europa. A obra começa com o show, onde Roger começa com as canções “Breath”, do álbum “The Dark Side of the Moon”, música muito representativa de suas idéias. Assim também outras canções, como as do álbum “The Wall”, de 1979. Em meio as apresentações, com “Dog” e “Pig”, principal animal que representa a política, com placas com dizeres: “Fodam-se os porcos!”. A apresentação também ataca o presidente Donald Trump, estampado num telão, com Roger mostrando os dedos do meio de forma raivosa.

Ao final do show, Waters faz um discurso político e o filme acaba com créditos das crianças brasileiras nos bastidores de seu show no Rio de Janeiro em 2018. Ou seja, o fato ocorrido no Brasil mostra como os coxinhas reclamam de tudo, mas principalmente em situações onde a ideia em que os oprimidos precisam ocupar o lugar da burguesia, a qual eles pertencem. Mostrando também o desconhecimento que defensores do fascismo tem, inclusive sobre artistas que admiravam, como Roger Waters, que sempre foi contra a dominação da direita e por motivos que inclusive o afetaram muito no passado.

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