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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), celebrou em um artigo os avanços da sua política de “segurança pública” mostrando a redução de um dos índices de criminalidade, o número de homicídios.

Ele comemora os resultados de seu primeiro governo (2015-2018) na área mencionando o “Pacto pela Paz” e os investimentos feitos na contratação de policiais, compra de equipamentos, abertura de vagas em presídios etc. “Temos colhido a certeza de que investir em segurança pública é garantir desenvolvimento”, disse.

Se a capital, São Luís, deixou o ranking das 50 cidades mais violentas do mundo é porque a violência empregada pelas forças repressivas do Estado aumentou.

Seu “Pacto pela Paz” é na realidade uma política de guerra contra o povo pobre e trabalhador. Enquanto os homicídios diminuíram em 63% o número de mortes cometidas por policiais aumentou em 100%. A população carcerária cresceu mais de 32%, aumentando de 7.689 em março de 2015 para 10.165 em junho de 2018.

Dino se orgulha de ter aumentado o efetivo policial e ter agora o maior da história do Maranhão, com mais de 15 mil agentes. O recrutamento vai continuar até 2022. Além disso, mil viaturas novas, investimento em inteligência e promoções e aumento de salários por produtividade dos policiais.

“Uma política de segurança é feita com armas, logicamente”, ensina o governador “comunista”. Com quem terá ele aprendido? Ora, com os partidos burgueses, cujo discurso é exatamente o mesmo.

Parte da esquerda acredita que os governos do PT e do PCdoB no Nordeste são o último bastião da liberdade e dos direitos democráticos. Mas a experiência tem mostrado que os governadores de ambos os partidos estão profundamente adaptados ao funcionamento do Estado burguês e, muito particularmente, à política repressiva e anti-povo da direita fascista que acaba de chegar ao poder no País.

Flávio Dino tem o sangue dos trabalhadores mortos pela polícia nas mãos. O mesmo sangue que é derramado cotidianamente pelas polícias dos governos burgueses, o sangue da juventude pobre e negra nas periferias.

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