Casos se multiplicam
Mal iniciou as volta às aulas no Maranhão, e casos já começam a se multiplicar.
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Colégio Dom Bosco, já é forçado a suspender aulas presenciais. | Reprodução/Google Maps

No dia 3 de agosto, o governador “comunista” do Maranhão, Flávio Dino, iniciou com a volta às aulas em toda rede privada da capital, São Luís. Em menos de 7 dias, os resultados obtidos já se mostram catastróficos.

No último domingo (9), o Colégio privado Dom Bosco comunicou aos responsáveis pelos alunos que um de seus funcionários testou positivo para coronavírus, suspendendo assim as aulas dos últimos anos do Ensino Médio e Fundamental.

No dia 2, um dia antes da reabertura, o Colégio Batista, após um professor anunciar positivo para COVID-19, decidiu por suspender às aulas presenciais que ainda nem haviam começado. No fim, a reabertura mostrou-se ainda antes de começar, que seria um verdadeiro genocídio contra os estudantes e professores.

Por mais que as escolas particulares ainda decidam por manter o calendário proposto, alternando com o EAD, os resultados são claros e objetivos: volta às aulas só serve aos interesses dos capitalistas.

A própria Associação dos pais e alunos de São Luís, publicou nota contrário à volta as aulas. Sejam estudantes, professores ou a comunidade ao redor, não há um único setor que aceite este crime premeditado.

Contudo, parece que o dito governador progressista, Flávio Dino, não entende este aspecto fundamental, que é a garantia da vida de milhares de jovens, mas adota na prática uma política totalmente subserviente aos interesses da burguesia local. Deixando visível, os efeitos reais, e à quem serve, a política de Frente Ampla com os golpistas.

Com este genocídio já anunciado, o movimento estudantil no estado do Maranhão, bem como em todo país, necessita se mobilizar. Como ficou claro com as posições do governador do PCdoB, nem mesmo amplos setores da esquerda pequeno-burguesa estão dispostos à lutar ao lado do povo, logo, cabe aos setores organizados da juventude chamar uma luta contrária a estes ataques.

A greve contra o EAD realizada no de Goiás e Distrito Federal, já mostraram uma enorme tendência de mobilização, algo que deve ser aproveitado em todos os lugares, independente da paralisia ou não da esquerda.

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