Reis de Toga
Juízes tiveram pedido negado de “reserva” de vacinas. Segundo o STF, a justificativa seria “contribuir com o país”.
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Revista Veja
Matéria: Senado arquiva CPI do STF.
Geral do Plenário do STF
Foto: Cristiano Mariz
Data: 13/02/2019
Local: Congresso Nacional - Brasília - DF
STF em dia de julgamento presencial. | Foto: Cristiano Mariz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) negou um pedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para que fossem reservadas 7.000 vacinas contra a covid-19 para atender todos os seus funcionários e ministros e também o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Anteriormente, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) havia feito a mesma solicitação, também negada.

A nota da Fiocruz diz que “a produção dessas vacinas será, portanto, integralmente destinada ao Ministério da Saúde, não cabendo à fundação atender a qualquer demanda específica por vacinas”.

O STF havia dito no ofício de solicitação que a vacinação dos seus funcionários seria “uma forma de contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa história”.

“Considerando se tratar de um produto novo e ainda não autorizado pela Anvisa, gostaria de verificar a possibilidade de reserva de doses da vacina contra o novo coronavírus para atender a demanda de 7.000 (sete mil) pessoas”, dizia o ofício que tem assinatura do diretor-geral do STF, Edmundo Veras.

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