“Estamos no Brasil”
Participando de um evento brasileiro de tecnologia, o chefe de operações do FBI declara estar intervindo em todo mundo contra a “desinformação” e grupos “criminosos”.
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FBI participou diretamente do golpe de Estado. | Reprodução internet

David Brassanini, chefe de operações do FBI no Brasil, participou de um seminário chamado Cyber Security Summit Brasil, neste mês de setembro. Em declaração, além de atacar os governos da China e Rússia, caracterizando-os como “os principais em ataques cibernéticos”, colocou que ” é comum encontrar um governo por trás das ações de hackers, o que dificulta o trabalho do FBI.”

A forma explicada pelo chefe do FBI no Brasil, é cínica dado ao fato de que a mesma agência de operações esteve ligada aos esquemas de espionagem do governo de Dilma Rousseff, incluindo o acesso ao telefone da ex-presidenta, e intensa participação nos processos do golpe de Estado e da prisão do ex-presidente Lula.

Ainda mais, Brassanini coloca que o FBI vem focando em parcerias em “todos os níveis”, e que a nova estratégia do FBI visa “impor mais riscos e consequência aos adversários cibernéticos, tornando a ação destes hackers criminosos mais difícil e dolorosa”, segundo informações do site CanalTech.

Outra frase levantada na entrevista pelo correspondente da agência imperialista foi que “eles precisam saber que podem ser punidos e a melhor maneira de fazer isso é avançando nossas autoridades, nossa legislação, multas e parcerias”, reforçando claramente a “necessidade” de uma participação intensa do imperialismo em todos os pontos.

Como também, filtrar a entrada de informações consideradas “fake news”, o que deixa as claras a total manipulação da campanha, que na prática é meramente uma maneira oficial de censura do imperialismo em cima dos seus inimigos.

Chama a atenção, a quantidade de vezes que Rússia e China são citadas em sua apresentação. O confronto do imperialismo com estes países é intenso, e a campanha caluniosa e cínica, ainda maior. A participação do FBI em um evento nacional, revela justamente uma presença ainda mais aprofundada em território brasileiro e uma intensa participação em todos os trâmites da política nacional, com o pretexto de lutar contra a “desinformação” e “grupos criminosos”.

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