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Fascismo internacional
Fascistas húngaros pedem a Bolsonaro cruzada cristã no Oriente Médio
Jair Bolsonaro e o premiê húngaro Viktor Orban analisam iniciar uma campanha fascista internacional contra os imigrantes do oriente médio, em nome da defesa dos “cristãos”.
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Fascismo internacional
Fascistas húngaros pedem a Bolsonaro cruzada cristã no Oriente Médio
Jair Bolsonaro e o premiê húngaro Viktor Orban analisam iniciar uma campanha fascista internacional contra os imigrantes do oriente médio, em nome da defesa dos “cristãos”.
Fascismo inicia campanha focada na demagogia religiosa.
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Fascismo inicia campanha focada na demagogia religiosa.

O presidente fascista Jair Bolsonaro em conjunto com outros fascistas como Viktor Orban, Donald Trump, e os outros governos de extrema-direita européia são conhecidos por sua política em prol da “família cristã”, levantando a ultra reacionária bandeira da religião para justificar sua política genocida contra os povos árabes.

O premiê húngaro Viktor Orban convidou diversos representantes da extrema-direita braseira para uma série de reuniões a respeito das medidas que serão tomadas por ambos os países em relação as “invasões” de imigrantes vindos do oriente médio.

Os fascistas da Hungria desejam utilizar o governo capacho do imperialismo representado por Jair Bolsonaro e o golpe de Estado, para por meio dele criar uma campanha internacional de ação no oriente médio, financiando grupos “cristãos” em países chaves como Síria, Iraque, entre outros, famosos alvos dos imperialistas e que no último período sofreram duros ataques devido as invasões.

Tais invasões e a grande destruição causada pelo imperialismo nesses países é o fator essencial que explica a grande onda de imigração que atinge a Europa. Sendo assim, os países imperialistas nada mais estão sofrendo do que algo que os mesmos provocaram. Invadem, destroem e matam populações, mas quando estas são obrigadas a procurarem novos locais para viver, sofrem da dura campanha anti migratória do imperialismo, como no caso húngaro.

Figuras como Eduardo Bolsonaro, Ernesto Araújo, Damares entre outros, já se encontraram com representantes do país europeu e o próprio ministro das relações exteriores já recebeu um documento a ser analisado pelo Brasil para a organização de ações em conjunto aos imperialistas, visando a quebra da imigração e uma política de “apoio ao cristianismo” nos países árabes, que claramente representa um financiamento a grupos políticos buscando desestabilizar estes regimes.

Chama a atenção também o desejo de se manter os cristãos em território árabe, desenvolvendo um programa que busca criar uma estabilidade econômica para eles, levando a construção de escolas, creches etc. Tal política denota a pura demagogia, já que os húngaros mesmo dizendo serem os defensores do cristianismo costumam ser conhecidos por sua política antiinflamatória duríssima, tratando da mesma forma todos os imigrantes, independente da religião que dizem defender.

Esta série de acordos faz parte de uma política internacional da extrema direita, que cada vez mais vem ganhando terreno e se fortalece sob toda esta demagogia. Os húngaros com isso buscam usar os brasileiros em uma grande campanha internacional contra os países atrasados.