Ataque fascista
Reunião que iria discutir feminicídio e a questão racial na região Sul-baiana sofreu ataque organizado da extrema-direita bolsonarista. É preciso contra-atacar já!
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II_fórum
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O II Fórum sobre o Feminicídio  e a Questão Racial no Sul Baiano, marcado para o dia 24/09 entre 18h e 21h30, foi alvo de ataques fascistas que impediram sua continuação. O evento foi organizado por professoras da Universidade Federal do Sul da Bahia e foi divulgado no endereço eletrônico: https://www.ufsb.edu.br/eventos-ufsb/2618-on-line-ii-forum-sobre-feminicidio-e-a-questao-racial-no-sul-baiano-a-liberdade-e-uma-luta-constante.

Minutos antes do início, o chat foi invadido por bolsonaristas que postavam coisas do tipo: “Bolsonaro 17, Gabinete do ódio, Bolsonaro 2022” e vídeos de pessoas dançando em campanha por Bolsonaro em 2018. Além disso, foram feitas ofensas diretas à mediadora, aluna da universidade. Apesar de terem sido excluídos cerca de 70 perfis que estavam hostilizando, ofendendo e impedindo a continuação do evento, uma segunda onda de ataques do mesmo tipo foi iniciada. Foi então que a organização decidiu adiar o evento dada a impossibilidade de continuarem.

Os ataques da direita contra reuniões da esquerda dentro das universidades não é uma novidade, mas tem se intensificado. O que precisa acontecer é um enfrentamento enérgico contra a tentativa fascista de calar as vozes mais conscientes do povo. Essas vozes conscientes e combativas são um forte impedimento à completa dominação da população pelos fascistas e eles sabem disso, por isso as atacam. Trata-se de algo planejado e organizado pela extrema-direita com a intenção de amedrontar e diminuir o moral daqueles que lutam em movimentos populares.

Tem sido constantes os ataques à imprensa de esquerda, – como os ataques sofridos há algumas semanas por este Diário que destruiu centenas de artigos –, os ataques à liberdade de expressão nas escolas como o Escola Sem Partido, a criminalização da opinião, seja qual for, com a tal Lei das Fake News etc.

A UFSB deve se unir entre estudantes, técnicos e professores e apresentar uma defesa combativa e sólida diante de tais ataques. Isso deve ser denunciado incessantemente. Deve-se mostrar que não há medo em se falar o que quiser dentro da universidade pública, local público de discussões, local do povo, dos trabalhadores e da liberdade total e absoluta das expressões.

A tentativa de calar mulheres negras em um evento numa universidade pública não pode ser tolerado pela esquerda e pelos movimentos populares, a denúncia deve ser massiva e a resposta precisa ser o enfrentamento combativo contra essa hordas de bolsonaristas.

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