Fascistas atacam pesquisadora da UnB defensora do direito ao aborto

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Débora Diniz, pesquisadora da UnB e ícone da luta pela legalização do aborto no Brasil, sofreu, nesta quarta-feira (18),  tentativa de agressão e mais ameaças de morte por parte de um grupo fascista contra os direitos das mulheres.

Débora já vem sofrendo perseguição desde que seu nome veio a público como defensora do aborto até a 12ª semana de gravidez. Após vídeo que denegria a imagem da ativista, pintando-a como “monstro”, passou a receber constantes ameaças anônimas de morte e de tortura. Ela precisou pedir uma medida judicial protetiva, mas o último caso mostrou que mesmo isso não surtiu efeito.

Agora a militante pelo direito feminino viajou para cidade desconhecida e prefere ficar no anonimato para garantir a sua segurança. Esse fato prova a incapacidade do estado burguês de proteger aqueles que lutam por direitos sociais básicos, como é o aborto. Ainda pior, essa é mais uma prova da conivência das instituições com o fascismo e a violência aberta contra ativistas de esquerda. Por isso, não é possível confiar nas instituições burguesas, apenas o povo unido e organizado pode se proteger.