Nova ameaça
A esquerda deve organizar imediatamente o movimento popular pela derrubada do regime de extrema-direita, para evitar que seja instaurada uma verdadeira ditadura fascista acabada
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Comissão Parlamentar Mista de Inquérito - Fake News (CPMI Fake News) realiza reunião para apreciação de 96 requerimentos.rrEm pronunciamento, à bancada, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).rrFoto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Acabar com a corja fascista liderada pela família Bolsonaro!. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado |

Da redação – Em entrevista à jornalista Leda Nagle, ocorrida na última segunda-feira (28) e postada hoje (31) no Youtube, o deputado federal Eduardo Bolsonaro defendeu que seja estabelecido “um novo AI-5” para esmagar a esquerda.

“Se a esquerda radicalizar esse ponto [de denunciar Bolsonaro por seus crimes], a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, declarou.

O Ato Institucional nº 5 (AI-5), de 1968, foi o decreto que significou o total fechamento do regime da ditadura militar imposta pelo imperialismo em 1964. Ele foi justamente uma resposta às mobilizações populares que sacudiram o Brasil naquele ano, principalmente dos estudantes, e, dentre outros pontos, estabeleceu o fechamento do Congresso Nacional, a cassação de direitos políticos, a atribuição do governo federal de interventores no lugar de governadores dos estados, a censura prévia à imprensa e à arte, a ilegalidade de reuniões públicas e o toque de recolher.

Essa declaração é dada na mesma semana de outra afirmação de Eduardo Bolsonaro no mesmo sentido de defender uma ditadura no País. Na terça-feira, em discurso no plenário da Câmara dos Deputados, o político fascista disse que, se o povo brasileiro repetir as manifestações de massa que estão ocorrendo no Chile, será preciso a imposição de uma nova ditadura militar.

“Não vamos deixar isso aí vir para cá. Se vier para cá, vai ter que se ver com a polícia. E se eles começarem a radicalizar do lado de lá, a gente vai ver a história se repetir. Aí é que eu quero ver como a banda vai tocar”, declarou.

O seu pai, o presidente ilegítimo e igualmente fascista, Jair Bolsonaro, também emitiu declaração semelhante na semana passada. “As tropas têm que estar preparadas para fazer a manutenção da lei e da ordem”, ameaçou, ao comentar a possibilidade de ocorrer as mesmas mobilizações no Brasil.

As ameaças são gravíssimas. Está evidente que a extrema-direita, comandada pela família Bolsonaro e aliados próximos, tem a intenção de dar um golpe de Estado para implantar uma ditadura militar acabadamente fascista no País. As declarações, insinuações e mesmo as práticas do governo Bolsonaro explicitam isso.

A esquerda deve reagir imediatamente. Não se pode ter medo, acreditando que é melhor não provocar para evitar que Bolsonaro ataque. Ele vai atacar de qualquer forma, como já está fazendo. Não adianta esperar até 2022, porque até lá é possível que o Brasil já tenha se transformado em uma ditadura e não haverá eleições, nem partidos de esquerda. Somente a mobilização de massas nas ruas, como ocorre no Chile, como ocorreu no Equador, como está ocorrendo em vários países da América Latina – e como o povo brasileiro tem tentado realizar – poderá evitar essa ditadura.

A esquerda deve organizar o povo, um levante dos explorados, para colocar abaixo o regime golpista encabeçado pelo fascista Jair Bolsonaro e sua família. É preciso executar na prática a palavra de ordem Fora Bolsonaro!

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