Fascismo se combate nas ruas: formar comitês de luta contra o golpe para reagir à extrema-direita

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O avanço de setores obscurantistas no cenário político tem se intensificado bastante no último período. Desde o golpe de estado, a extrema-direita, ala dos fascistas, fazem cada vez mais avanços e atacam direitamente setores minoritários que já sofrem com a opressão diária dos golpistas. E esses ataques tem sido recorrentes e de maneira muito despreocupada ou algum receio, isso se deve exatamente da falta de uma resposta a altura.

Diferentemente do discurso pacifista que prega a esquerda pequeno-burguesa, não se dialoga com fascista ou se permite a sua entrada em um espaço que é inteiramente do povo, não há espaços para que aqueles que praticam seu esmagamento sejam recebidos. E por isso, não será por meio de movimentos genéricos e com a inclusão daqueles que corroboram com seu massacre, que o fascismo será combatido.

A única alternativa viável de combate e derrota do fascismo, é nas ruas e por meio da mobilização popular. É preciso mostrar aos cães da direita que os mesmos não irão ocupar lugares que foram conquistados pela classe trabalhadora e movimentos sociais. Logo, a importância dos comitês de luta contra o golpe permanece e deve ser constante, o fortalecimento dos comitês já existentes e a formação de novos, é a ideia que deve ser colocada em prática como uma pronta reação à extrema-direita.

Se deve organizar a autodefesa dos trabalhadores, e para isso o comitê tem sido uma ferramente múltipla na luta contra o golpe, mas sua principal função é a de ter como instrumento principal, a organização e efetividade das atividades de rua. Quando se fala no combate ao fascismo nas ruas, o comitê de luta deve direcionar a organização e mobilização contra o fascismo nas ruas, não dando margem para esses setores.

Abaixar a cabeça para os fascistas é dar margem pro seu avanço na política nacional, é necessário a formação de milhares de comitês de auto defesa pelo país para barrar os ataques brutais que tem se concretizado pela extrema-direita. Por uma mobilização de verdade que os coloque no seu devido lugar de onde não deveriam ter saído.