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Durante manifestação de grupos esquerdistas espanhóis contra os ataques de Jair Bolsonaro à Amazônia, a cônsul honorária do Brasil na cidade de Santander, María del Carmen Gema Ealo de Sá reproduziu, para provocar os manifestantes, um hino franquista chamado “Cara al Sol”.

O acontecimento ocorreu na última sexta-feira (23), segundo o sítio La Tienda Republicana. Nesse dia, foram realizados atos por toda a Espanha, convocados pelos grupos Fridays for Future e Extinction Rebellion.

Em Santander, capital da região autônoma da Cantábria, os ativistas denunciaram que o corpo diplomático brasileiro os tratou de maneira desdenhosa ao recusar qualquer tipo de contato para conversar com os manifestantes.

A reprodução do hino franquista foi confirmada pela própria cônsul honorária em um comunicado. Obviamente, ela tenta se eximir de culpa e aos outros funcionários do consulado, afirmando que o hino foi tocado por “terceiros”, de fora da sede diplomático.

Os manifestantes relataram ao Diário de Cantábria que, “da lateral do edifício consular, em alto volume, começa a ser reproduzido o Hino Nacional da Espanha e o hino fascista da Falange”.

“Cara al Sol” era o hino da Falange, a organização fascista de Francisco Franco, ditador que governou a Espanha como uma ditadura desde o golpe de 1936 até sua morte, em 1973. Escrito em 1935, tem como autor creditado o fundador da Falange, José Antonio Primo de Rivera, filho mais velho do general Miguel Primo de Rivera, ditador da Espanha de 1923 a 1930.

Percebe-se, mais uma vez, o alinhamento total do governo Bolsonaro com o fascismo. São notórias e públicas as simpatias de Jair Bolsonaro a líderes fascistas como Augusto Pinochet (Chile), Alfredo Stroessner (Paraguai) ou os próprios ditadores militares brasileiros.

Essa simpatia estende-se por todos os órgãos do governo, principalmente os ligados à Presidência da República, como é o caso das instituições subordinadas ao Ministério das Relações Exteriores, comandado pelo fascista lunático (redundância?) Ernesto Araújo.

O governo Bolsonaro já é uma ditadura, absolutamente antidemocrático e ilegítimo, fruto de um golpe de Estado. É preciso organizar a insatisfação popular contra ele no sentido de um movimento que vá na direção de sua derrubada e da derrota do golpe, para impedir que o Brasil se transforme em uma ditadura fascista acabada, como foi a ditadura franquista na Espanha.

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