Farsa eleitoral: atos vazios pró-Bolsonaro mostram que sua liderança é uma fraude

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Da redação – Segundo as eleições fraudadas, Bolsonaro teria milhões de votos, quase ganhando no primeiro turno. No entanto, seus atos, ao contrário dos de Lula quando esse estava solto, mobilizam pouquíssima gente. A manifestação real a favor de Bolsonaro é incompatível com o apoio que ele teria pela votação. Isso revela mais uma vez a farsa dessas eleições manipuladas.

A Folha de S. Paulo recentemente denunciou um esquema milionário no qual mensagens automáticas eram disparadas no intuito de favorecer o candidato fascista. Os perfis falsos dos sites comentam até sites de culinária, escancarando uma falha que só poderia partir de robôs. Isso é só a ponta do iceberg.

Segundo vídeo gravado secretamente pelo britânico Chanel 4 News no começo do ano, a Cambridge Analytica, companhia acusada de manipular dados pessoais de cerca de 50 milhões de usuários do Facebook, para direcionar propaganda política, atuaria no Brasil durante as eleições deste ano. O vídeo mostra dois dos mais altos executivos da empresa afirmando que também usaram a coleta de dados ilegal em outros países, como México e Malásia.

A ausência de Lula já transforma as eleições de 2018 em uma fraude total. Os votos podem perfeitamente ser manipulados (e são) para favorecer os candidatos apoiados por Bolsonaro, já que quem manipula as urnas eletrônicas são as instituições e agentes a serviço da burguesia, que decidiu apoiar o político do PSL após ver seu candidato predileto, Geraldo Alckmin, naufragar.

O candidato golpista a presidência da República possuía a maior rejeição entre todos os candidatos, quase 50%. Porém, inexplicavelmente, apareceu com quase 50% dos votos no primeiro turno.

Trata-se de uma clara fraude eleitoral para fortalecer a extrema-direita no país.

A direita e a extrema-direita não têm apoio real, apenas fictício e de alguns setores da classe média e de marginalizados. Seu apoio se encontra na burguesia, que utiliza a extrema-direita para aumentar a repressão ao povo. Para lutar contra isso, somente mobilizando as massas nas ruas, construindo comitês de autodefesa e convocando o Congresso do Povo, para além da 2ª Conferência Nacional Aberta que o PCO e os comitês de luta contra o golpe já marcaram para os dias 8 e 9 de dezembro em São Paulo.