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Neste fim de semana aconteceu na Colômbia a primeira eleição desde o acordo entre o governo e as FARC, que implicou no desarmamento do grupo guerrilheiro e uma conversão em partido político. O resultado foi devastador para o grupo que, além de ser massacrado nos campos, também apanhou nas urnas.

Com todo apoio do imperialismo, a direita deitou e rolou, com o partido Centro Democrático, do ex-presidente Álvaro Uribe, e que também foi um opositor do acordo de paz, sendo o mais votado, elegendo 19 senadores e 32 deputados.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, agora chamadas de Forças Alternativas Revolucionárias Comuns, caíram no conto enganoso do imperialismo, iludidos com uma suposta perspectiva eleitoral. O fato é que, após este acordo ser assinado, e os guerrilheiros abandonarem suas armas, centenas de militantes já foram assassinados e o partido foi completamente esmagado nas eleições, conseguindo apenas o número mínimo de cadeiras no Senado e na Câmara por conta de uma das cláusulas do acordo assinado com o governo.

Também nas eleições presidenciais, que irão ocorrer em maio, as FARC não terão candidato. Rodrigo Londoño, ex-guerrilheiro conhecido como Timochenko, teve que se retirar da disputa por conta de problemas cardíacos e pulmonares, que resultaram em uma hospitalização.

A tendência é que o partido do direitista Uribe vença também as eleições presidenciais, o que pode piorar ainda mais a situação. Os “uribistas” são contra o acordo de paz e, uma vez no comando do governo, podem revogar o que foi combinado e, através de organizações paramilitares financiadas e armadas pelo imperialismo, podem promover um verdadeiro extermínio dos ex-guerrilheiros, especialmente os que ainda continuam militando no campo.

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