Grilagem avança no Piauí
CPT do Piauí e Assossiação dos Moradores do Território Melancias denunciam a ação de grileiros de terra na região do município de Gilbués no estado do Piauí
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Reunião comissão fundiária Comunidade Melancias/Reprodução |

Os ataques aos camponeses em todo Brasil continua a todo vapor, apesar do isolamento que teoricamente toda a população brasileira deveria cumprir, os grileiros, policiais e jagunços são imunes ao novo COVID-19.

Em Gilbués (PI), sul do estado, grileiros e seus jagunços tem invadido as terras das comunidades dos agricultores e moradores da Comunidade Melancias.

Os ataques tem se intensificado, os bandidos, aproveitando-se das férias fora de época dos órgãos de defesa da população, que sem pandemia já não funcionam bem, agora estão agindo livremente.

Apesar da comunidade estar incluída no projeto de Regularização Fundiária do Governo do Estado do Piauí financiado pelo Banco Mundial, através do Projeto: Piauí Pilares do Crescimento e Inclusão Social. Nesse processo o Instituto de Terras do Piauí – INTERPI em agosto de 2018 realizou o estudo antropológico e o levantamento do território, mas até então não houve nenhum retorno por parte do instituto, ou seja, os órgãos do governo lavam as mãos e deixam os agricultores a mercê dos grileiros.

O que mais uma vez chama à atenção é que o governo do estado esta nas mãos de uma suposta “esquerda”, mas parece que ela não controla nem as forças de repressão, ou seja, o suposto governo de esquerda na realidade é um faz-de-conta para enganar os incautos.

A afirmação acima é corroborada pelo fato de que as ações violentas e de intimidação contra a população da Comunidade Melancias conta com o apoio e a cobertura da polícia militar do estado do Piauí.

O governo do estado simplesmente fecha os olhos a mais esse ataque contra os trabalhadores rurais, ou quanto muito manda a própria polícia, que os atacou, protege-los.

Os trabalhadores rurais e as lideranças da população precisam organizar a resistência armada contra essas ações violentas, notas de repúdio, ações na justiça, “proteção” do estado não vão impedir o avanço dos fascistas do campo, somente a população armada pode garantir a posse da terra. Armamento dos trabalhadores rurais já!

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