Como na ditadura militar
A burguesia e a direita são inimigos da cultura e do povo e usam da censura e de outros meios antidemocráticos para de forma ditatorial calar as manifestações culturais e populares
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Michelle Bolsonaro, primeira dama do governo fascista de Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução

A cada dia que passa o governo Bolsonaro deixa cada vez mais evidente o aprofundamento da ditadura que tem se instalado no país desde o golpe de estado de 2016. Desde então a cultura vem sendo ainda mais atacada e a censura e a perseguição são constantes. O episódio mais recente é a tentativa de censura da música da banda Detonautas “Micheque” sobre o envolvimento da família Bolsonaro em esquemas de depósito de dinheiro.

O música faz referencia à primeira dama Michelle Bolsonaro que recebeu milhares de reais em depósitos feitos por pessoas de confiança de Jair Bolsonaro e seus filhos, como Fabrício Queiroz que depositou 89 mil reais na conta da primeira dama. A música também faz alusão ao episódio em que um repórter ao perguntar a Jair Bolsonaro sobre os depósitos milionários, ao que responde que sua vontade era dar um soco no repórter.

A mesma direita que quer censurar a música da banda Detonautas vem, aos moldes da ditadura militar, censurando outras manifestações artísticas desde filmes até peças de teatro, como o filme “Marighella” e o espetáculo “Caranguejo Overdrive”, além de estar promovendo uma série de ataques a instituições culturais como a Cinemateca e o Museu afro Brasil. Ou seja, o que vemos é uma sucessão de perseguições, ameaças, censuras e ataques contra a cultura nacional.

O governo Bolsonaro desde o início do seu mandato tem dado demonstrações de que está disposto a fazer o que estiver ao seu alcance para sabotar a cultura nacional, tendo além de outras coisas reduzido a pasta da cultura que antes era um ministério, à uma secretaria. Para comandar a pasta colocou no cargo de secretário os piores elementos possíveis, que dentro de um governo de extrema-direita fascista, não podia ser diferente, desde defensores da tortura durante a ditadura até nazistas declarados; estando agora sob o comando do não menos fascista Mario Frias que é um expoente de toda a política de massacre da cultura, promovendo inclusive a censura e a perseguição de artistas.

É preciso denunciar todos estes ataques da burguesia e da direita, que são verdadeiros inimigos da cultura e do povo, e que tentam usar da censura e de outros meios antidemocráticos para das formas mais ditatoriais possíveis, calar as manifestações contrárias aos seus interesses e ao governo extremamente impopular de Jair Bolsonaro. Neste sentido a arte deve ser usada como arma da população e da classe trabalhadora para criticar estes inimigos do povo e expressar a vontade popular, contra a direita que massacra os trabalhadores e pelo Fora Bolsonaro.

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