Falta inseticida no RJ para combater o mosquito Aedes Aegypti

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A sabotagem dos golpistas às condições de vida da população segue desenfreada. Depois do golpe de Estado de 2016, a precarização da saúde, do saneamento básico e da infraestrutura vem aumentando de maneira expressiva. No Rio de Janeiro, o inseticida que combate o mosquito Aedes Aegypti, que transmite as doenças da dengue, da chikungunya e zika está em falta.

Segundo o Estado do Rio de Janeiro, a escassez do inseticida se deu porque cerca de 300 mil litros do produto se cristalizaram – isto é, se tornaram inutilizáveis e, ainda por cima, entupiram os equipamentos utilizados na aplicação.

O caso do Rio de Janeiro explicita uma série de características dos governos dos golpistas. Por um lado, o desperdício de 300 mil litros de produto gerados pela gestão completamente irresponsável dos recursos. Afinal, não há o menor interesse em garantir um serviço de qualidade para a população. Por outro, o ônus da escassez terá de ser arcado pela população, pois os capitalistas nunca são os que sofrem diante das desgraças que eles mesmos provocam.

Diante de mais esse ataque à saúde da população, é necessário levar adiante uma política que coloque em perspectiva a expulsão desses parasitas do poder. É preciso levantar a palavra de ordem de “Fora Bolsonaro e todos os golpistas” e derrubar o regime político dominado pelos inimigos do povo.