Falta pessoal em todas as dependências do Banco Itaú/Unibanco

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Os banqueiros, entre os maiores financiadores do golpe de Estado no País, por meio  do processo farsa e comprado no reacionário Congresso Nacional de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, logo após o golpe, aprofundaram a política de ataques à categoria bancária através de diversos mecanismos, dentre eles a política de reestruturação nos bancos.

A tal reestruturação, que acontece em praticamente todas as empresas bancárias, tem como fundamento aumentar o lucro dos banqueiros parasitas às custas da miséria e da maior exploração dos trabalhadores.

Depois da posse do golpista Michel Temer já foram demitidos dezenas de milhares de trabalhadores do ramo financeiro com o fechamento de centenas de agências em todo o País.

O Banco Itaú, um dos maiores beneficiados com o golpe (logo nos primeiros momentos do golpe o Itaú foi isentado, no processo movida pela receita federal, pelo vampiro Temer de sonegação de impostos no valor de R$ 25 bi), tem sido, junto com os outros quatro maiores bancos, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica, os maiores responsáveis por essa enxurrada de demissões na categoria bancária.

A diminuição do quadro funcional da empresa e o fechamento de diversas agências (consequentemente a transferência dos clientes para outras agências) tem ocasionado uma sobrecarga de trabalho devido ao baixo número de funcionários nas agências e nas dependências do banco.

Em consequência de toda essa política, os trabalhadores vêm sentindo na pele a política de terra arrasada contra os trabalhadores, como vem ocorrendo, por exemplo, na agência do Conjunto Nacional, em Brasília, que depois do fechamento da agência do Setor Comercial Sul, sofrem todos os dias com a agência lotada sem a quantidade suficiente de trabalhadores para dar conta da demanda no atendimento.

Os trabalhadores e suas organizações não devem aceitar a política de aprofundamento dos ataques dos banqueiros e de seu governo golpista, onde meia dúzia de parasitas capitalistas lucram à custa da demissão de dezena de milhares de trabalhadores, do arrocho salarial de centena de milhares bancários. É preciso organizar imediatamente um movimento nacional dos bancários para barrar a ofensiva dos golpistas.