Indústria nacional
A destruição da indústria nacional segue a pleno vapor no governo golpista de Bolsonaro
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O golpista Bolsonaro em cerimônia da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro | Foto: Marcos Corrêa/PR/Fotos Públicas.

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta queda histórica na produção industrial brasileira. Nada menos do que 14 dos 19 segmentos da indústria nacional foram diretamente impactados pela falta de insumos.

Segundo o estudo, a grave situação atingiu níveis que remetem a 2001, quando a indústria brasileira estava em frangalhos depois de dois governos do entreguista Fernando Henrique Cardoso (PSDB). No setor de vestuário, por exemplo, 74,7% das empresas relatou estar sentindo os efeitos da falta de insumos e componentes.

A porcentagem de indústrias atingidas também é alta em outros segmentos, como químicos (27,9%), produtos de metal (31%), couro e calçados (31,1%), informática e eletrônicos (33,1%), farmacêutica (34,2%), limpeza e perfumaria (39,1%) e produtos plásticos (52,8).

Essa situação levou um enorme número de indústrias a reduzir os ritmos de produção e impactou ainda na distribuição dos produtos por falta de embalagens de papelão, plástico e vidros. Com o câmbio desvalorizado, a importação de matérias-primas tem resultado na alta dos preços.

Das indústrias do setor de vestuários que relataram impactos da falta de insumos, quase todas indicaram que esperam aumento nos preços dos insumos tanto no mercado interno quanto no externo. A escassez de insumos e também de embalagens tem elevado os muito os custos de produção.

Essa situação é motivada pela política de destruição da economia nacional impulsionada pelos golpistas, tanto os tradicionais como os do chamado “centrão” quanto os novatos da extrema-direita, como Bolsonaro, Witzel e Zema. Quem sai ganhando duplamente com esse cenário são os capitalistas estrangeiros. Por um lado, aproveitam a situação falimentar de algumas indústrias para se apoderar de seus ativos e, por outro, seus produtos encontram menos concorrência no mercado brasileiro.

O que muitos brasileiros ignoram é que mesmo sendo um país capitalista atrasado, o Brasil ainda tem um parque industrial muito superior à maioria dos outros países capitalistas atrasados. Uma cidade como Bauru, por exemplo, concentra mais indústrias que muitos países inteiros.

Em meio à retomada da crise histórica do sistema capitalista, a burguesia procura a todo custo dar sobrevida a esse modo de produção ultrapassado. As recentes destruições de países como Iraque e Líbia, além do assédio incessante a outros como Venezuela, Irã, China e Rússia, entre outros, visa justamente a destruição de forças produtivas concentradas nesses países.

Para superar esse quadro é preciso impulsionar a luta popular contra Bolsonaro e todos os golpistas e pela candidatura de Lula em 2022. É preciso tomar as ruas em defesa dos interesses da população.

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