Apagões nunca vão parar.
Privatização da energia elétrica não nos livrou dos apagões de luz, que denunciam a falta de investimento e o roubo nos constantes aumentos de tarifa de energia.
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Hospital Rocha Faria | Foto: Reprodução

O Rocha Faria, Hospital Municipal localizado na Zona Oeste de Campo Grande, ficou sem luz durante durante 40 minutos. Um técnico da Prefeitura do Rio precisou ligar o gerador depois que a luz apagou, e explicou que uma falha comprometeu a passagem automática para o gerador, demandando a operação manual que consumiu 20 minutos do seu esforço. 

A ausência de luz acabou criando transtornos no movimento do hospital, deixando atônitos os que buscavam atendimento, sendo muitos os registros de vídeo sobre o fato, recurso utilizado pelos próprios usuários como uma forma de comprovar o problema no fornecimento do serviço, quando expuseram suas reclamações.

“Hospital Rocha Faria sem luz, sem gerador, isso é uma vergonha. Um hospital desse porte aí sem um gerador. Pessoal aí esperando pra ser atendido, sem nenhum gerador”, indignou-se um paciente.

Testemunhas confirmaram a pane e o apagão por cerca de 20 minutos, até que o gerador restabelecesse a luz.

“Eu ontem estive no hospital municipal Rocha Faria, de 17h até 23h50, a hora que acabou a luz. Foi uns 40 minutos a primeira vez, toda parte do Rocha Faria, maternidade, parte de emergência, ficou no escuro”, contou uma testemunha que prefere não se identificar.

A Prefeitura do Rio informou que um plantonista e eletricista teve que acionar a luz executando manualmente a operação no gerador, o que se deu rapidamente, sem que isso comprometesse o bom funcionamento do hospital. 

Um depoimento de um dos usuários do serviço do hospital, cuja esposa grávida vinha sendo atendida no local, disse que, depois disso, quando a luz foi restabelecida, não pensou duas vezes para levar sua esposa para outro hospital, o que fez se dirigindo a Bangu, onde ela pode ser atendida prontamente, e passa bem.

“Deu um apagão total, ficamos entre 30 e 40 minutos sem luz, um apagão geral, o guarda informou que o gerador estava quebrado, não estava nem pegando, depois de 30 a 40 minutos a luz volta, o sistema todo caiu. Tive que fazer ficha de novo. Aí foi quando eu me arrisquei, tirei minha esposa do Rocha Faria e levei ela para maternidade da mulher lá em Bangu”, contou o marido da gestante.

A prefeitura do Rio disse que o incidente não demorou e que todos foram atendidos, não ficando ninguém desamparado, já que os equipamentos de suporte portavam baterias, impedindo que o atendimento parasse, ou foram utilizados formulários de papel para suprir falhas como essa. Disse também que o gerador supriu a falta de energia para os setores essenciais.

Questionada, a Light esclareceu que uma das duas linhas de energia que atende o Hospital Rocha Faria apresentou uma ocorrência causando o problema, mas a outra esteve sempre a disposição, e está lá exatamente para situações como essa. 

A precariedade do serviço oferecido e o aumento na taxa: eis a política de privatização levada em marcha pela direita. A total falta de investimentos e os consequentes e costumeiros apagões desta época, já não justificam mais os constantes aumentos de tarifa da energia cobrado pelas concessionárias, pelo contrário, antes denunciam as consequências da política de privatização de setores estratégicos da economia de interesses públicos para a população, e o assalto aos bolsos de todos os usuários, que sempre tem que enfrentar problemas desse tipo quando começa a esquentar o clima, e nunca se vê livre do problema, e já perdeu a conta do quanto já vem pagando a mais pelo serviço.

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