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fachin
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O golpe de Estado, que se encontra em profunda crise, tem levado a direita a escrever os mais absurdos episódios da História brasileira. No julgamento do habeas corpus de Lula no STF, por exemplo, Rosa Weber votou a favor da condenação em segunda instância, mesmo isso indo de encontro ao que ela defendia. Ameaçada pelas Forças Armadas, ela usou a desculpa de que queria preservar a jurisprudência da Corte.

Não foi só Rosa Weber que fez papel se ridículo no STF. Luiz Fux, que é um dos maiores defensores da impugnação da candidatura de Lula, havia escrito um livro em que defendia os direitos políticos de qualquer candidato sob júdice. Nessa semana, foi a vez de Fachin se contradizer.

Após ter votado no TSE contrário à cassação da candidatura de Lula, o ministro golpista se mostrou a favor de sua impugnação no STF, negando o pedido de suspensão da inelegibilidade impetrado pela defesa petista. O caso, no entanto, é ainda mais absurdo que os demais: ocorreu apenas 4 dias após a sessão na Corte eleitoral.

A posição de Fachin é um verdadeiro deboche do povo. Os ministros do STF vêm demonstrando a cada dia que não existe lei no Brasil: o objetivo do Judiciário é garantir que a burguesia tenha seus privilégios mantidos.

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