Perseguição política
Corte penal de Londres negou o pedido de extradição para os EUA, alegando temer pela vida de Assange. EUA recorrerá da decisão.
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Defesa de Assange tenta agora a libertação. | Foto por: reprodução.

A corte penal de Londres negou, na manhã desta segunda (04), o pedido de extradição para os Estados Unidos do jornalista e ativista político Julian Assange.

A decisão foi da juíza Vanessa Baraitse que negou a extradição por motivos de saúde. Em sua decisão a juíza afirmou “diante de condições de isolamento quase total”, “estou convencida de que os procedimentos descritos pelos EUA não impedirão o Sr. Assange de encontrar uma maneira de cometer suicídio”.

O representante do departamento de justiça dos Estados Unidos já confirmou que recorrerá da decisão, tendo 14 dais para fazê-lo. A defesa de Assange também informou que entrará com recurso, solicitando sua imediata libertação em regime condicional sob pagamento de fiança, recurso que será julgado na próxima quarta (06).

Julian Assange, foi preso em abril de 2019, após ficar exilado por sete anos na embaixada do Equador em Londres, após o golpista Lenin Moreno ter revogado o asilo concedido por Rafael Correa, permitindo a prisão.

Assange é perseguido pelo imperialismo norte-americano desde 2010 quando o WikiLeaks, site do qual era diretor e fundador, publicou centenas de milhares de documentos, vídeos e imagens militares e diplomáticos do governo norte-americano, mostrando as atrocidades cometidas pelo país, principalmente, no oriente médio durante a invasão do Afeganistão e Iraque.

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