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A caravana do ex-presidente Lula pelo sul do país teve seu início marcado pela agressão da direita fascista em duas das três cidades por onde passou no Rio Grande do Sul.

Em Bagé, cidade situada próximo à fronteira com o Uruguai, a extrema direita representada por ruralistas e simpatizantes de Bolsonaro usaram caminhões e tratores para bloquear o acesso da comitiva de Lula para um ato na Universidade Federal dos Pampas (veja matéria no DCO, Latifundiários atacam caravana de Lula com tratores comprados com dinheiro da gestão).

Na última terça, 20/03, novamente a orda de fascistas voltou a atacar a caravana, agora na cidade de Santa Maria, de uma forma ainda mais intimidatória.

Conforme relato de militantes que acompanham a caravana, confirmados em coletiva de imprensa no próprio dia dos acontecimentos pela presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que afirmou que a caravana “está sendo ameaçada” depois que “bombas e fogos de artifício” foram encontradas em uma caminhonete que seguia o ônibus de Lula.

Em um outro trecho, ao se referir sob a responsabilidade do governo brasileiro em garantir a segurança de Lula e Dilma, Gleisi denunciou que “milícias de direita com práticas fascistas, que utilizam de armamentos, soco inglês, pedras e vão para cima dos manifestantes e querem impedir o direito de ir e vir dos presidents prevaleça”.

Os ataques à caravana de Lula já vinham sendo anunciados por grupos fascistas da região. Em Bagé, por exemplo, a Câmara de Vereadores aprovou no início do mês moção de repúdio à visita de Lula.

Aparentemente, a coordenação da caravana teria buscado garantir a segurança por gestão junto a Secretária de Segurança Pública do Estado. Os acontecimentos devem servir como lição. A única maneira efetiva de garantir a segurança de Lula e Dilma, que também faz parte da comitiva, é o chamado aberto à população trabalhadora, aos movimentos sociais, aos sindicatos, ao MST para que abracem a defesa da caravana.

Uma questão fundamental é a de que os próximos dias aumentará em muito a polarização política no país e, principalmente, em torno da caravana de Lula, uma vez que a prisão do ex-presidente pode ser decretada já na segunda-feira, 26/03, pelo TRF4, que julgará nessa data os recursos da defesa de Lula.

Como os acontecimentos demonstram, não há meio termo quando se trata de lutar contra a direita fascista. Como seres absolutamente abjetos, o único sinal de comando que reconhecem é a força.

É por isso, que está colocado como questão central para o momento é a defesa a todo custo da caravana de Lula. Se for o caso, impedir pela força a sua prisão. Organizar grupos de alto defesa contra os fascistas. Deslocar organizações como sindicatos e movimento dos sem-terra para fazer a segurança da caravana. Fazer um chamado para que a população das cidades para ocupar as ruas contra a direita e o golpe.

A rua é do povo. Lugar de fascista é na lata do lixo da história.

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