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O ano de 2017 foi marcado por inúmeras atividades de formação, treinamento e simulação de militares do Exército, em diversas regiões de todo o Brasil, chamados de exercícios de “Garantia da Lei e da Ordem” (GLO). Tais exercícios foram a preparação para a atuação cotidiana das Forças Armadas em meio à população civil.

A seguir alguns exemplos de operações realizadas pelo Exército no ano passado. Operação Sentinela, realizada no Vale do Araguaia, em Goiás; Operação Oasis, realizada em Recife, no estado do Pernambuco, e; Operação Alagoinhas, realizada em Salvador, no estado da Bahia. Também foram realizadas operações nas cidades de Poço Preto (SP), Guarujá (SP), Porto Alegre (RS), Corumbá (MS), Lins (SP), Pirassununga (SP), Campos dos Goytacazes (RJ), Francisco Beltrão (PR), Bagé (RS), Manaus (AM), dentre outras.

As operações tiveram como objetivo desenvolver reflexos na execução de técnicas e táticas para o controle social da população e contou com treinamentos como o de demostração do emprego de cães, formação de postos de segurança estratégicos, desobstrução de vias urbanas, controle de estradas e vias fluviais, instalação de postos de bloqueio, patrulhamento ostensivo motorizado e a pé, defesa ponto sensível e cercamento de regiões, reintegração de posse, controle de disturbio civil com gás lacrimogêneo, controle de disturbio civil com granada de luz e som, uso de munição menos letal (bala de borracha), transporte de presos, simulação de lavratura de auto de prisão em flagrante delito, instalação de postos de seguranças e estruturas estratégicas, neutralização de forças inimigas, colaboração com as polícias militares e guardas municipais, dentre outras. Trata-se de exercícios que visam a preparação para que o Exército atue na prática como polícia, entrando em favelas, controlando o trânsito de pessoas e automóveis, reprimindo manifestações e etc, ou seja, agir exatamente como as Forças Armadas fizeram durante todo o período da ditadura militar.

O ano de 2017 também foi marcado pela atuação direta do Exército nos estados do Espírito Santo e do Rio Grande do Norte, onde as Forças Armadas atuaram na prática ostensivamente como polícia; bem como por polêmicas declarações políticas de generais do alto comando das Forças Armadas, como o Gen. Mourão, o Gen. Etchegoyen e o comandante geral, Gen. Villas Boas,  que, em mais de uma ocasião, alertaram em tom de ameaça que os militares estariam prontos para intervir na situação política.

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