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Na última quarta-feira (07)  foi realizada uma ação integrada entre as Forças Armadas , principalmente o Exército, as polícias militar, civil e federal e a Força Nacional na Cidade de Deus e outras comunidades do Rio de Janeiro. 24 pessoas foram presas como resultado da ação. A ocupação das comunidades  seria para combater o aumento da violência que toma conta da cidade do Rio de Janeiro, pelo menos é o que diz a ideologia dos opressores do povo.

A ação das forças de repressão do Estado causou, além da violência e do abuso, grande transtorno às comunidades atingidas. Cerca de 60 instituições educacionais, como as escolas e creches, ficaram sem atendimento por conta da violência do Estado.

Mais de três mil militares participaram da ação integrada e, ao mesmo tempo, as polícias civil e militar também realizaram ações em outras comunidades do Rio de Janeiro, como na Rocinha e Morro do Barão. A ação integrada, e a ação das polícias estariam procurando criminosos foragidos da Justiça.

Logicamente que não se trata em absoluto disso. O exército está sendo chamado sistematicamente para atuar internamente no “combate” ao crime, o que por si só levanta suspeitas, pois não é sua função. Porém levando-se em conta a situação política nacional, a ação integrada das forças armadas com as forças de segurança contra a população do próprio país demonstra claramente que já existe uma relação estabelecida entre todo o aparato repressivo do Estado, e que este vem treinando como controlar e reprimir grandes contingentes populacionais.  

Outro fato fundamental é o aumento da repressão contra as populações mais pobres, a direita golpista está preocupada com uma possível mobilização, que começa tomar corpo, da população mais pobres contra o golpe, mesmo que canalizada para o apoio a eleição do ex-presidente Lula.

Esse tipo de operação não tem por objetivo principal prender bandidos, vai muito além disso. É uma operação contra o povo trabalhador para impedir que este se mobilize, para esmagar os setores mais pobres da população que começam a despertar para a luta política, o caso do Rio de Janeiro é um dos mais extremos do país.

É preciso denunciar sistematicamente o caráter de lesa-pátria deste tipo de operação do Exército em conjunto as polícias fascistas dos país para reprimir a população. 

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