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O General Eduardo Villas Bôas ,”nem tão golpista, nem tão entregue ao imperialismo, até que parece nacionalista” como dizem confusos e coxinhas, afirmou em entrevista à GloboNews que o crime organizado é a “maior ameaça à soberania nacional”. Disse também que o tráfico de drogas está na base da violência no país.

Ao dizer que o crime organizado se “transnacionalizou”, ele quer se submeter aos interesses do imperialismo, mais especificamente, ser capacho do imperialismo norte-americano. Fingindo um interesse nacional, um nacionalismo, Villas Bôas quer seguir o plano de entrega da nação aos Estados Unidos.

A entrevista termina de forma tragicômica. O general diz que a intervenção deve ter um prazo determinado, se não os “efeitos deixam de ser positivos”.

Quando o exército ficou na favela da Maré por 14 meses, nada ficou positivo. Tudo piorou. Violência, saúde, saneamento básico (lixo deixou de ser recolhido). A favela da Maré viu que só houve efeitos negativos

Não existe ainda nenhum efeito positivo. Os efeitos continuaram aumentando no sentido de ficarem cada vez mais negativos para a população pobre, negra, favelada. Vai se intensificar no sentido de destruir a esquerda, a fachada de democracia e, finalmente com a instauração de uma ditadura militar.

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