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Antonio Ledezma não se conforma com o fracasso do golpe na Venezuela. Em novembro, o golpista, ex-prefeito da capital venezuelana, Caracas,  fugiu do país para não precisar cumprir sua pena em prisão domiciliar até o final. Ledezma foi condenado por participar no plano golpista “A Saída”, que previa uma série de atos extremamente violentos e que provocou a morte de 43 pessoas. Agora, o político entreguista e de direita viaja pelo mundo pedindo para que estrangeiros invadam seu país, fazendo ativamente uma campanha contra seu povo e a soberania de sua pátria.

Na última terça-feira (20), o golpista a serviço do imperialismo fez um apelo à chamada “comunidade internacional” para intervir na Venezuela, durante a Conferência de Direitos Humanos em Genebra. Depois de não conseguir derrubar o governo de seu país pela força, Ledezma apela para uma campanha por uma invasão contra a Venezuela. Uma vergonhosa demonstração de submissão ao imperialismo da direita vende-pátria, sempre disposta a vender o patrimônio nacional por migalhas.

Pouco antes de fugir da Venezuela para não cumprir pena, o empregado do imperialismo esteve envolvido em outra tentativa violenta de derrubar o governo, que também fracassou. O repetido fracasso das investidas golpistas da direita é uma das demonstrações do apoio popular do governo de Nicolás Maduro, apesar de toda a campanha golpista e da sabotagem econômica contra a Venezuela e os venezuelanos.

Esse apoio deve se manifestar nas eleições presidenciais marcadas para abril. Tudo indica que Maduro deve ser eleito pela segunda vez, para continuar o governo que herdou de Hugo Chávez, que subiu ao poder no final da década de 90 no marco de uma reação popular aos carniceiros neoliberais responsáveis pelo caracaço e pela tentativa frustrada de golpe em 2002.

Prevendo mais uma derrota eleitoral da direita, Ledezma está chamando os lacaios do imperialismo a não participarem das eleições. No lugar de concorrer nas eleições, o ex-prefeito quer que os EUA invadam a Venezuela e tirem o governo à força, porque se depender da vontade popular a direita não conseguirá subir ao poder. Esse foi o obstáculo que esteve no caminho de todos os golpes levados adiante na região, a vontade popular. A rejeição popular à direita só tende a aumentar à medida em que a direita governa, o que levará os governos golpistas a um autoritarismo cada vez maior, e a uma agressividade cada vez mais desesperada contra a Venezuela.

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