O governo intervencionista dos EUA está pressionando no Congresso e Senado políticas de invasão e agressão em diversos países pelo mundo. Dito isso, os senadores democratas estão pressionando para que o presidente Donald Trump force um “acordo” que não deixe a Coreia do Norte com armas nucleares, e ameaçaram endurecer as sanções econômicas contra Pyongyang.

O líder democrata no Senado, que de democrata só tem o nome do partido, Chuck Schumer, e seus correligionários de comitês de segurança nacional divulgaram uma carta para Trump delineando exigências para um pacto, implementado a medida obrigatória e permanentemente.

Essa atitude de agressão, em conjunto com o ataque no Oriente Médio, e na Venezuela, aumenta a tensão na Coreia do Norte, ainda mais se lembrarmos das últimas declarações dos líderes um contra o outro. Para desarmar o país os EUA vão fazer o que for necessário, principalmente utilizar da vizinha Coreia do Sul, onde os norte-americanos têm três bases militares gigantescas. Kim Jong-un já se pronunciou que não aceitará as provocações, obtendo importante suporte de países como Rússia e China.

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