Sanções desumanas
As sanções estadunidenses impedem o Irã de ter acesso a suprimentos básicos, como a compra de medicamentos e, portanto, no combater ao novo coronavírus. 
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Bandeira iraniana | Reprodução

Nesta terça-feira, 29, Esmail Baqai, representante permanente da República Islâmica do Irã no Escritório das Nações Unidas em Genebra, Suíça, classificou os embargos dos EUA contra o Irã como “criminosos e desumanos” e denunciou a flagrante violação dos direitos humanos do povo iraniano impedindo Teetã de lutar contra o COVID-19.

O discurso de Baqai, realizado no 45º Comitê do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CCDHNU), relatou o que muitos já sabem: que as sanções estadunidenses impedem o Irã de ter acesso a suprimentos básicos, como a compra de medicamentos e, portanto, no combater ao novo coronavírus.

As críticas de Baqai não se limitaram aos EUA, principal país imperialista do mundo. Segundo, o dirigente, a duplicidade de critérios dos países europeus em relação aos direitos humanos é uma demagogia, pois, por um lado, criticam a situação dos direitos humanos no Irã, mas, por outro, ignoram os embargos unilaterais dos EUA contra Teerã; embargos estes que violam os direitos do povo iraniano.

“Os países europeus são cúmplices das medidas criminais dos EUA contra o Irã”, disse Baqai.

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