A verdadeira ditadura imperial
Os protestos que tomaram conta de todo Estados Unidos servem para revelar quem de fato está do lado dos direitos democráticos dos trabalhadores
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NEW YORK, NEW YORK - MAY 31: Protesters kneel in front of New York City Police during a march to honor George Floyd near Union Square on May 31, 2020 in New York City. Protesters demonstrated for the fourth straight night after video emerged of a Minneapolis police officer, Derek Chauvin, pinning George Floyd's neck to the ground. Floyd was later pronounced dead while in police custody after being transported to Hennepin County Medical Center. The four officers involved have been fired and Chauvin has been arrested and charged with 3rd degree murder.   John Moore/Getty Images/AFP
Protestos são marcados pela radicalização. | John Moore/Crédito: AFP

Durante os protestos que tomaram conta de todo os Estados Unidos nas últimas semanas, a repressão policial ganhou destaque em meio a denúncias frente a um Estado que revela-se mais uma vez ditatorial.

O prefeito de Nova York, Andrew Cuomo, tornou-se o alvo da vez em relação às acusações de impulsionar as fortes repressões policiais contra os manifestantes. Cuomo, negou as acusações, dizendo ser uma “retórica incendiária”, e reafirmou que tudo isso “não é um fato! não nem mesmo uma opinião” e colocou que os policiais “não fazem isso”.

Contudo, diversos vídeos demonstram que contra protestos pacíficos a polícia nova iorquina utiliza de porretes para “pacificar” as manifestações.

O portal russo, RT, selecionou algumas das principais denuncias feitas nas redes sociais a respeito das fortes repressões:

Ao todo, mais de 11 mil pessoas foram presas pela ação policial durante os protestos. Spray de pimenta, porretes, milhares de prisões e tiros contra os manifestantes fazem parte da ação de repressão de Donald Trump e os governadores contra as grandes mobilizações de massa.

Fascistas, apoiados sob essa política buscam atacar isoladamente manifestantes, porém com um resultado oposto ao esperado, ao serem completamente expulsos das ruas.

Os protestos nos Estados Unidos chegam já a sua segunda semana com manifestações diárias. Após a morte de George Floyd, o estopim dos atos, milhões de pessoas em todos os Estados Unidos passaram a realizar uma das maiores manifestações do presente século no País.

Os números ultrapassam as manifestações pós morte de Martin Luther King, como também próximo as realizadas contra a guerra do Vietnã. Adotando um nível de radicalização histórico para a luta negra e operária no principal país imperialista do mundo.

Com estes atos de repressão, o governo norte-americano prova-se de uma vez por todas ser na realidade a maior ditadura no mundo. Os protestos intensificam em todo planeta, pondo às claras quem está de fato ao lado dos trabalhadores.

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