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Em mais uma medida de pressão política e econômica, os EUA aumentam a lista de empresas chinesas sob sanção. Dessa vez, o efeito será contra a China e a Venezuela.
China's Foreign Ministry spokesman Hong Lei gestures  during a press briefing regarding the Japanese government's reported decision to buy several privately owned islands in the East China Sea that are controlled by Japan but also claimed by China, at the Ministry of Foreign Affairs  in Beijing Wednesday, Sept. 5, 2012.  (AP Photo/Andy Wong)
Representante do governo chinês rechaça sanções ilegais dos EUA | Andy Wong/AP
China's Foreign Ministry spokesman Hong Lei gestures  during a press briefing regarding the Japanese government's reported decision to buy several privately owned islands in the East China Sea that are controlled by Japan but also claimed by China, at the Ministry of Foreign Affairs  in Beijing Wednesday, Sept. 5, 2012.  (AP Photo/Andy Wong)
Representante do governo chinês rechaça sanções ilegais dos EUA | Andy Wong/AP

Em mais uma medida de pressão política e econômica, o Office of Foreign Assets Control (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA incluiu em sua lista dos chamados Nacionais Especialmente Designados (SDNs, sigla em inglês) a empresa estatal chinesa CEIEC, sob o pretexto de prestar apoio cibernético ao Governo do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

“O CEIEC forneceu software, treinamento e perícia técnica a entidades governamentais venezuelanas”, informou o Tesouro dos Estados Unidos em nota divulgada nesta segunda-feira, 30. Para ser mais específico, a nota levanta a acusação de que a referida empresa oferece suporte cibernético, com especialistas técnicos, à Compañía Anónima Nacional Telefonos de Venezuela (CANTV), o principal provedor de serviços de Internet do país. Em razão disso, todas as propriedades e interesses da CEIEC, sejam nos EUA ou sob controle dos EUA naquele país, serão bloqueados pelo OFAC. Isso, porém, não é tudo. Mesmo os americanos ou pessoas em território dos EUA estão proibidos de negociar com a empresa.

As investidas contra o governo venezuelano têm aumentado nos últimos anos pelo governo dos Estados Unidos. O objetivo do imperialismo estadunidense é derrubar o presidente Maduro. Por sua vez, o governo chinês denunciou repetidamente os planos de golpe do império dos EUA contra a Venezuela e expressou o total apoio da China à Venezuela.

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