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Caracas, AVN O bloqueio e as sanções dos Estados Unidos custaram um total de US$35 bilhões para a Venezuela, com o objetivo de vender a ideia de que existe uma crise humanitária para executar uma intervenção militar no país, afirmou o chanceler da República, Jorge Arreaza.

Durante uma entrevista nesta quarta-feira para Hispan TV, Arreaza explicou que o bloqueio, aliado ao ataque à economia nacional por fatores internos e externos, agravou a situação econômica, contexto que se vende como uma suposta crise humanitária.

Na Venezuela “não há uma crise humanitária. Na Venezuela há uma economia perturbada, bloqueada pelos Estados Unidos. O sistema financeiro se nega a atuar com a Venezuela e tivemos de buscar rotas alternativas com aliados amigos que temos no mundo. Impedem a Venezuela de utilizar o dólar como moeda de câmbio para a compra”, disse.

“Os bancos internacionais se negam a trabalhar com a Venezuela. O bloqueio e sanções contra a Venezuela nos custaram mais de US$30 bilhões desde agosto de 2017. Além disso, é uma economia em processo hiperinflacionário induzido por centros de poder nos Estados Unidos que impõe o tipo de câmbio”, denunciou.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que se a Venezuela “tivesse estes US$35 bilhões que nos tiraram pelo bloqueio ” e sem o roubo da Citgo, a “Venezuela estaria em seu momento de maior prosperidade”.

Apesar das agressões, Arreaza ratificou mais uma vez a disposição do governo bolivariano de estabelecer um diálogo sincero com o governo dos Estados Unidos e a oposição, para evitar o golpe de Estado contra a democracia venezuelana e o intervencionismo.

Também destacou que o povo venezuelano hoje está defendendo seu direito à paz, seu direito a organizar o país sob o critério democrático da Constituição da República e não através da tutela de potências estrangeiras.

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