Risco de reinfecção
Surgem os primeiros caso de reinfecção pelo coronavírus nos EUA, antes mesmo do país haver controlado a epidemia, que já matou mais de 180 mil pessoas
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
parana-planeja-comecar-testes-de-vacina-russa-contra-a-covid-19-em-45-dias-5f48f7ace1884 (1)
O vírus pode estar passando por mutações genéticas, preocupando a comunidade científica | Foto: Reprodução/Wikipédia

O país recordista mundial no número de casos registrados de covid-19 e também de óbitos, onde a epidemia ainda não está controlada e continua a ceifar vidas diariamente, apresenta um novo problema a ser enfrentado. Acaba de ser diagnosticado nos Estados Unidos o primeiro caso de reinfecção pelo coronavírus, o que vem deixando em alerta as autoridades sanitárias do país, em meio ao crescente número de novos casos, que não dá sinais de queda e/ou controle.

Pesquisa divulgada na semana que se encerrou descreve o caso de um homem de 25 anos que testou positivo para o vírus em abril, depois de apresentar sintomas leves da doença. Testes realizados novamente apontaram que ele adoeceu novamente no mês de maio, desenvolvendo sintomas mais graves da doença. Não se trata do primeiro caso no mundo, que já havia registrado outra suspeita ocorrida em Hong Kong, acometendo um homem de 33 anos que já havia se recuperado e foi novamente diagnosticado quatro meses depois com uma cepa diferente do vírus.

Os pesquisadores suspeitam que os casos podem estar revelando uma mutação genética do vírus, com o desenvolvimento de novas cepas, o que pode indicar que a exposição ao vírus, assim como o adoecimento, não leva à imunidade total, variando de individuo para individuo. Embora se apresente ainda como um estudo inicial, os cientistas que avaliam os casos já manifestados de reinfecção dizem não ser verídico qualquer afirmação que aponte uma suposta imunidade para quem já contraiu a doença, com ou sem sintomas.

O que é consenso na comunidade científica internacional quanto a uma eficaz imunidade em relação aos vírus e às formas que este possa vir a  desenvolver, diz respeito a imunobiológicos (vacinas) que efetivamente sejam capazes de atuar no organismo como um agente imunizador. O anúncio da conclusão dos tetes em relação a vacinas capaz de conter a infecção vem se colocando como o elemento positivo apontado pelos pesquisadores na luta pelo controle da disseminação do vírus.

No esforço mundial para deter a pandemia, Rússia, China e Cuba já anunciaram a realização de testes definitivos para as próximas semanas, A vacina russa e a chinesa já foram anunciadas como disponíveis para uso em massa nos próximos meses. O governo dos dois países já anunciaram o registro do imunobiológico junto à OMS e que a vacina está disponível aos países que a solicitarem para vacinação em massa de suas populações.

Os países onde a economia e o desenvolvimento científico se sustentam em base estatal vêm apresentando os resultados mais avançados em relação ao desenvolvimento do antídoto contra o coronavírus. Os Estados Unidos, maior potência capitalista do mundo e onde estão localizados os grandes laboratórios produtores de fármacos, não foram capazes de apresentar, até o momento, um progresso significativo em no que diz respeito ao desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a covid-19. Todo o “poderio” do imperialismo – esta é a conclusão que se deve chegar – não está voltado para o progresso social, mas se coloca unicamente como um mecanismo para obtenção do lucro em benefício de poucos, os parasitas exploradores dos povos, sobretudo dos mais pobres e indefesos.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Relacionadas