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aborto
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Elizabeth Cox, professora de uma escola católica na Carolina do Sul (EUA), foi demitida após publicar mensagens a favor do direito ao aborto em sua conta pessoal do Facebook.

Cox publicou uma citação da feminista Gloria Steinem, o que fez com que recebesse uma notificação da escola que claramente a censurava por suas opiniões. Em uma de suas publicações, a professora ironizava os militantes da direita contra o aborto – que se dizem “pró-vida” – dizendo que “só acreditaria neles se fossem contra as armas e a favor da saúde gratuita para todos”.

A demissão da professora Cox é um caso de perseguição política por parte da extrema-direita americana, que tem sua expressão política no governo fascista de Donal Trump (Partido Republicano). A imagem que a burguesia e a imprensa americana tentam passar, de terra da liberdade e da democracia, não passa de uma fachada para esconder a profunda opressão e exploração à qual a população americana, em especial as mulheres, os imigrantes e os negros, são submetidos.

Apesar das perseguições e às frequentes tentativas de cassar seus direitos reprodutivos, a campanha pelo direito ao aborto não pára de crescer, como expressão da politização e da mobilização das mulheres em defesa de seus direitos democráticos.

 

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