Fora imperialismo da Síria!
Os EUA intervêm militarmente na Síria, de forma direta, desde 2014, violando os tratados internacionais de não-intervenção na soberania de outros países
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U.S. Soldiers in the 4th Battalion, 118th Infantry Regiment, 30th Armored Brigade Combat Team, North Carolina Army National Guard, attached to the 218th Maneuver Enhancement Brigade, South Carolina Army National Guard, provide M2A2 Bradley Fighting Vehicles for support to Combined Joint Task Force-Operation Inherent Resolve (CJTF-OIR) eastern Syria Nov. 10, 2019.  The mechanized infantry troops will partner with Syrian Democratic Forces to defeat ISIS remnants and protect critical infrastructure in eastern Syria. (U.S. Army Reserve photo by Spc. DeAndre Pierce)
Exercícios das tropas americanas no nordeste da Síria, novembro de 2019. Foto: DeAndre Pierce |

Da redação – O representante especial dos Estados Unidos para a República Árabe da Síria, James Jeffrey, afirmou que seu país não pretende retirar suas tropas da nação asiática a curto prazo.

Em um vídeo de informações da Secretaria de Estado, ele disse que “os Estados Unidos não planejam retirar suas tropas da Síria em um futuro próximo”.

Trata-se apenas de reconhecer o que o imperialismo está fazendo desde que perdeu a guerra que liderou para derrubar o governo de Bashar al-Assad e destruir a Síria para se apossar do petróleo do país.

Mesmo afirmando que iria deixar a Síria, após a derrota do Estado Islâmico, Washington não cumpriu o que falou. Na verdade, a administração Trump encontrou pretextos para manter militares norte-americanos no noroeste da Síria, ao apontar que a “luta contra o terrorismo” ainda não havia finalizado, por isso era preciso manter suas tropas na região.

Foi em 2014 que a intervenção militar norte-americana teve seu início oficial. Naquele ano, uma coalizão de mais de 70 países, liderada pelo Pentágono, começou a bombardear a nação árabe sob a desculpa de combater o Estado Islâmico. Quase semanalmente há ataques aéreos de aviões dos EUA que matam cidadãos sírios, a grande maioria civis.

Em 2016, já não foi o Estado Islâmico, mas o governo de Damasco, quem foi o bode expiatório para as atrocidades imperialistas, quando EUA, Inglaterra e França bombardearam a capital síria com a desculpa de punir Assad por supostamente ter usado armas químicas contra seus próprios cidadãos. As investigações internacionais, no entanto, não comprovaram a participação do governo nessa suposta agressão química.

Em seguida, os EUA chegaram ao auge de sua violação criminosa contra a soberania da Síria ao invadirem e ocuparem parte do território do país, o Curdistão sírio, para implantar bases militares e treinar rebeldes para derrubarem Bashar al-Assad.

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