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Algumas famílias são famosas por sua tradição na música, nas artes plásticas, na ciência, e até mesmo no cinema. A família do general e chefe do gabinete de segurança institucional de Temer, Sérgio Etchegoyen, no entanto, é famosa por ter tradição em golpes de Estado imperialistas e violações de direitos humanos no Brasil.

O avô do general, Alcides, foi um dos militares que, em 1954, assinaram um manifesto pela renúncia de Getúlio Vargas. Léo, pai do militar, trabalhou pela derrubada de João Goulart em 1964. Já durante a ditadura militar, ele ainda foi Secretário de Segurança do Rio Grande do Sul e assessor do ditador Garrastazu Médici.

Para se ter uma ideia do nível do pensamento dessa família, a Comissão da Verdade foi definida como “patética e leviana” por Etchegoyen em 2014, após ver o seu pai acusado de violações de direitos humanos no período da ditadura militar.

O chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência é apontado como estrategista da intervenção militar no Rio de Janeiro e, de fato, é um dos nomes de maior peso político nos bastidores do governo golpista, que nunca existiria se não fosse o apoio dos militares, como foi revelado às claras no famoso grampo de Romero Jucá.

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