Golpe vai de cima pra baixo
No Rio Grande do Norte, o nomeado foi Josué Oliveira de Moreira, que é filiado ao PSL, ex-partido do presidente Bolsonaro
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pedro
Foto: Francisco Proner |

Da redação – Os estudantes secundaristas, sob o comando da UBES, estão se rebelando contra o avanço ditatorial do governo fascista de Jair Bolsonaro (sem partido), e seu Ministro da Educação, Abraham Weintraub, que tomou mais uma ação arbitrária ao nomear interventores nos Institutos Federais do Rio Grande do Norte e de Santa Catarina, desrespeitando a decisão da comunidade acadêmica que elegeu os professores José Arnóbio de Araújo e Maurício Gariba Junior, respectivamente.

Os alunos, abandonados pelas organizações estudantis pelegas, que se trancaram em casa frente ao avanço fascista nas ruas, vão às redes sociais com a hastag “TiraAMãoDoMeuIF”, reivindicando que os reitores eleitos assumam os seus postos. “Não aceitamos nenhum tipo de ataque à nossa democracia interna, por isso chamamos todos para reativar a campanha e gravar vídeos e tirar fotos com placas (marcando a @ubesoficial). Exigimos respeito à opinião da comunidade acadêmica e estamos articulando com outros setores da sociedade para pressionar o ministro da Educação”, afirma Pedro Gorki, presidente da União Brasileira de Estudantes Secundaristas, ligado ao PCdoB.

O Brasil está em quarentena mas o ministro da Educação continua fazendo avançar a ditadura do regime golpista sobre os estudantes. Junto a ele, governantes como Wilson Witzel no Rio de Janeiro, quer privatizar universidades, e outros muitos da extrema-direita estão indo para o mesmo rumo de conjunto.

No Rio Grande do Norte, o nomeado foi Josué Oliveira de Moreira, que é filiado ao PSL, ex-partido do presidente Bolsonaro, demonstrando que, além de militares, colocam a extrema-direita do “Escola sem partido”. Mas aqui, com partido!

A política dessa esquerda pequeno burguesa, neste momento crítico, é de se trancar em casa, chamar movimentos online, completamente afastada da realidade das massas. É preciso derrubar o governo fascista e não chamar “twittaços”.

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