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Passando por cima de qualquer esboço de autonomia universitária, o governo Bolsonaro, através do MEC, impediu a posse do diretor eleito, em maio, pela comunidade acadêmica do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ). Em seu lugar, impôs um interventor, Maurício Aires Vieira, assessor de Abraham Weintraub, o ministro fascista da Educação que implementa a política de destruição do setor a mando dos banqueiros.

Diante de tamanha manobra autoritária e ditatorial para que os bolsonaristas controlem a instituição, os alunos do Cefet-RJ realizaram uma combativa manifestação na segunda-feira (19) contra o interventor, expulsando-o do local sob a palavra de ordem “Fora interventor”.

Aires Vieira foi nomeado, no último dia 15, por Weintraub, graças a um decreto emitido em julho por Bolsonaro que permite a nomeação de um diretor-geral pro tempore (interventor) pelo ministro da pasta “por qualquer motivo”. Isto é, a intenção é justamente intervir politicamente nas instituições de ensino para colocar um pau-mandado do governo para controlar a instituição, exatamente como era feito na ditadura militar e como sempre ocorreu em regime fascistas.

Desde então, em várias universidades têm ocorrido casos semelhantes, como foi na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

Trata-se de uma intervenção fascista nas universidades e demais instituições de ensino para infiltrar espiões e agentes inclusive ligados aos militares, para perseguir e reprimir o movimento estudantil e o movimento sindical dos docentes e funcionários.

Os estudantes de todo o Brasil devem ter claro, especialmente os ativistas do movimento estudantil, que todas as instituições do País correm o mesmo perigo: terem a mão de ferro do governo ditatorial sobre eles, para os esmagar. Sendo assim, é preciso que os estudantes, bem como os professores e demais funcionários dessas instituições, se organizem e se unam para combater e expulsar os agentes da extrema-direita e os elementos fascistas infiltrados nessas instituições, porque seu único objetivo é reprimir a comunidade acadêmica e destruir o ensino público para entregá-lo aos grandes tubarões capitalistas, para isso fazendo isso de sua tropa de choque fascista.

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