Mais uma propaganda eleitoral do PSDB para “combater” Bolsonaro

Chega de ficar em casa

Estudantes colombianos realizam ato na Unicamp contra violência

Na última quinta-feira (6/05) ocorreu uma manifestação de estudantes na cidade de Campinas contra o atual governo de Ivan duque e suas reformas tributárias e da saúde na Colômbia.

Na última quinta-feira (6/05) ocorreu uma manifestação de estudantes da Unicamp, universidade da cidade de Campinas, contra o atual governo de Ivan duque e suas reformas tributárias e da saúde na Colômbia. O ato foi realizado na praça da paz, na campus da universidade, e contou com a presença de vários estudantes colombianos que residem na cidade. 

Os estudantes começaram a chegar às 17:00, e contaram com vários cartazes denunciando a verdadeira ditadura na qual a população colombiana, bandeiras do país e velas em memória aos vários mortos pelas forças de repressão colombianas. 

Um dos motivos para o estopim dessas manifestações foi a enorme repressão das forças militares colombianas contra os estudantes, como o caso de Lucas Villa, o estudante da Universidad Tecnológica de Pereira foi assassinado covardemente com 8 tiros pela polícia, durante um ato realizado na cidade. 

Há uma enorme onda de manifestações na Colômbia organizados pela própria população, que tem como objetivo organizar uma luta contra a reforma tributária que o presidente neoliberal fascistóide, Iván duque, impõe. A reforma feita pelo ministro da fazenda, Alberto Carrasquilla, propõe aumentar os impostos sobre a classe média e a população pobre, tirando o dinheiro dos mais pobres para dar aos mais ricos, uma forma de Robin Hood reverso. A reforma, inclusive, coloca em questão o aumento de impostos sobre o consumo, que atingiria o valor dos alimentos.

As manifestações também reivindicam a retirada do projeto de lei que impõe a privatização da saúde, uma verdadeira vacinação em massa contra a Covid-19 e um auxílio de pelo menos um salário mínimo mensal (U$ 240.00) e empregos com direitos. 

Até o dia de hoje, cerca de 17 colombianos morreram e outros 800 ficaram feridos pela extrema repressão que o governo de Iván duque vem realizando na Colômbia.

A Colômbia é sem dúvida a ditadura mais brutal da América Latina, coisa que se pode afirmar com o altíssimo número de pessoas feridas e mortas pela polícia truculenta e assassina do governo, que comete inúmeros crimes contra a população colombiana diariamente.

Tudo isso pois a classe operária, em conjunto com alguns setores da pequeno burguesia foram às ruas exigir seus direitos e o fim dos ataques diretos que estão ocorrendo contra o povo colombiano. A polícia, com a intenção de acabar com as manifestações, acabou por intensificar as mobilizações contra o governo, já que a intensa repressão de tipo nazista que está ocorrendo contra os manifestantes acabou por instigar o povo.

O que a classe operária da Colômbia está fazendo é um verdadeiro exemplo de como combater os governos que nada fazem para conter o avanço da pandemia, que a tempos deixou de ser um problema causado só pela doença e passou a ser um problema causado pela má administração sanitária dos governos negligentes da América do Sul. A população, já cansada da política histérica de ficar em casa que várias organizações políticas da esquerda tentam impor goela abaixo da população, foi às ruas exigir seus direitos como cidadãos. Mesmo com a extremamente violenta repressão, a população não cedeu e avançou na sua luta contra o neoliberalismo imposto pelo imperialismo norte-americano, dando exemplo para várias organizações na América do Sul que seguem com a política sem pé nem cabeça do fica em casa.

A mobilização colombiana foi tão eficaz que causou uma enorme crise no governo federal da Colômbia, que o texto inicial da reforma tributária foi arquivado e o ministro da Fazenda foi demitido.

É necessário que a classe trabalhadora dos outros países latino-americanos façam o mesmo para combater o desmonte da saúde pública, o genocídio que está sendo realizado contra os latinos e pelos seus direitos que à cada dia são menos. 

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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