“Estava conspirando contra o governo”: Maduro expulsa embaixador dos EUA

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Não satisfeitos com toda a manipulação da imprensa golpista ao governo venezuelano, os EUA aproveitaram para se utilizar do representante dos negócios norte-americanos no pais para conspirar contra o governo Maduro. Apesar de ter sido eleito com a enorme maioria de 58% dos votos, a imprensa burguesa imperialista insiste em criar qualquer pretexto para justificar o questionamento da validade do governo venezuelano. A verdade é que, seguindo a mesma linha de golpes de toda a América Latina, os EUA querem tomar o poder do governo da Venezuela e subjulgá-la aos seus desmandos. A inovação, nesse sentido, é a resistência ao golpe. Como um país com maior nível de socialização, não é estranho que o povo apoie seu governo até o fim. Enquanto há quem faça ameaças se o preço da gasolina cair no Brasil (cujo valor é o segundo maior do mundo), por exemplo, na Venezuela o combustível é mantida a R$0,03 mesmo em época de crise.

A resistência anti-imperialista venezuelana é um hiato para o plano golpista dos EUA na América Latina. Isso quer dizer que, muito além de apenas prender um presidente popular (como o Lula, no Brasil), os EUA querem, planejam e vão, de fato, mexer seus pauzinhos para intervir militarmente na Venezuela. Esse movimento faz justíssima (e bastante moderada) a atitude de Maduro categorizar o emissário de negócios norte-americano como “persona non grata” e expulsá-lo do país.

Diante da ameaça militar dos EUA sobre a Venezuela (e sobre toda a América Latina, consequentemente), é preciso apoio incondicional ao país latino-americano. Defender o governo Maduro é defender o próprio Brasil contra o aprofundamento do golpe. Lutar contra a intervenção militar na Venezuela!