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Incendio denota radicalização
Estátua da liberdade da Havan é incendiada pela população
Nas primeiras horas do dia 31 de dezembro a estátua da liberdade de uma das lojas Havan amanheceu incendiada, evento este que demonstra as proporções da revolta popular no país.
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Incendio denota radicalização
Estátua da liberdade da Havan é incendiada pela população
Nas primeiras horas do dia 31 de dezembro a estátua da liberdade de uma das lojas Havan amanheceu incendiada, evento este que demonstra as proporções da revolta popular no país.
Caso Havan revela mais uma vez a necessidade de organizar o povo pelo Fora Bolsonaro.
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Caso Havan revela mais uma vez a necessidade de organizar o povo pelo Fora Bolsonaro.

Durante a madrugada do último dia do ano de 2019, a réplica da estátua da liberdade, considerada pelo fascista Luciano Hang, o “cartão postal” de sua loja, foi incendiada em São Carlos às margens da rodovia Washington Luís.

As primeiras imagens do incendio ocorram por volta das 5 da manhã, entre fotos e vídeos que se espalharam por toda internet repara-se as grandes proporções que o evento tomou. Contudo, mesmo com um incendio tão expressivo e um local de tamanha visualização, a polícia que investiga o caso se recusa a especular os reais motivos do ocorrido.

Em todos os jornais burgueses, o incendio é tratado com cautela, jamais levantando-se a possibilidade de que ele fora causado justamente pela revolta popular contra o governo Bolsonaro e toda extrema-direita brasileira.

Luciano Hang, o dono da loja, hoje de características nacionais, é conhecido por todos pelo seu forte apoio à Jair Bolsonaro, desde seu período eleitoral, e principalmente sua fortíssima campanha contra o ex-presidente Lula, que em meio a sua campanha fascistoide e grotesca, buscou atacar e caluniar Lula desde que iniciou-se a perseguição política da operação criminosa Lava Jato.

O incendio à estátua da liberdade, o maior símbolo norte-americano, acontece pouco tempo após o incendio provocado pelos fascistas à produtora Porta dos Fundos, demonstrando o nível de radicalização política no país.

Independente de quem realmente tenha causado o ataque em São Carlos, vemos pela reação positiva de boa parte da população o desejo de se confrontar com a extrema-direita, uma resposta à sua crescente organização em todo país, demonstrando que enquanto a esquerda não organizar o povo para travar uma luta séria contra o governo Bolsonaro, a população irá da sua própria maneira confrontar o regime político, como o acontecido neste dia 31.

Estes últimos eventos, acompanhados pela crescente radicalização política em todo continente, representam episódios sintomáticos do que realmente está para vir no próximo período, inaugurando o ano de 2020 com uma crise econômica e social capaz de explodir o país, hoje um verdadeiro barril de pólvora que a qualquer momento pode gerar uma explosão social de altas magnitudes.

Para dar vasão a toda esta revolta, a esquerda brasileira necessita organizar-se em uma forte campanha pelo Fora Bolsonaro, indo com a mobilização popular pela derrubada do regime golpista. Por isso, o ano de 2020 inicia-se trazendo consigo um período capaz de promover grandes mobilizações e uma luta política ainda mais acirrada.