Fraude Eleitoral
O imbróglio mostra ainda a divisão interna do Partido Republicano, uma vez que a Geórgia é governada pelo próprio partido de Trump.
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A Geórgia é um reduto histórico dos republicanos desde 1972. | Foto: Thomas Hawk

O Secretário de Estado da Geórgia Brad Raffensperger com o consentimento do Governador Brian Kemp (Partido Republicano) assinou o chamado Decreto de Consentimento que torna impossível a verificação de assinaturas nas cédulas e envelopes utilizados recentemente na eleição presidencial vencida pelo Democrata Joe Biden.

O presidente norte-americano Donald Trump, derrotado no estado se manifestou sobre o assunto no Twitter: “O Decreto de Consentimento assinado pelo Secretário de Estado da Geórgia, com a aprovação do Governador Brian Kemp, a pedido de Stacey Abrams, torna impossível verificar e combinar assinaturas em cédulas e envelopes, etc. Eles sabiam que iam trapacear. Deve expor assinaturas reais!”, disse.

Dia 06 de novembro Raffensperger chegou a afirmar para a imprensa local que o estado da Geórgia faria sim uma recontagem dos votos para tirar a limpo a situação. Agora, no entanto o mesmo Raffensperger assina tal documento que impede a verificação dos resultados finais.

A mídia capitalista tradicional como a NBC, o The New York Times e o Washington Post já projetavam a vitória de Biden na Geórgia e de Trump na Carolina do Norte, o que deixaria o resultado final em 306 a 232 delegados com larga vantagem para o democrata.

O imbróglio mostra ainda a divisão interna do Partido Republicano, uma vez que a Geórgia é governada pelo próprio partido de Trump. O episódio escancara mais um pouco o grande acordo nacional que se fez para viabilizar o triunfo do antigo vice de Obama e do Partido Democrata.

Em meio a toda uma euforia histérica pela vitória do belicista Joe Biden, inclusive entre a esquerda pequeno-burguesa brasileira, o fato de que as eleições norte-americanas estão completamente marcadas pela sequencia de denúncias envolvendo fraudes acabam ficando em segundo plano.

A recusa agora à recontagem de votos na Geórgia é, portanto só mais uma parte da fraude gigantesca que se promoveu para garantir a vitória de Biden, oficialmente o preferido do sistema financeiro global e da indústria de guerra imperialista.

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