Campanha imperialista
O jornal golpista O Estado de S. Paulo lançou-se novamente a caluniar o governo Maduro, dessa vez pelo real combate a pandemia; ao mesmo tempo que nada se fala do governo Bolsonaro
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maduro
Para o Estadão governo que não deixa o povo morrer é uma "ditadura" | Foto: Reprodução

O jornal golpista o Estado de S. Paulo lançou uma matéria fazendo propaganda contra a Venezuela, em especial o governo de Nícolas Maduro. Curiosamente, o jornal fascista faz duras críticas ao governo legítimo venezuelano, dizendo que o governo chavista está fazendo uso do aparato repressivo sob pretexto do coronavírus para reprimir a população, ao mesmo tempo não fala uma vírgula de que isso está sendo feito aqui sem nenhum resultado contra o coronavírus 

Coisa que não faz nenhum sentido. Pois o dito “aparato repressivo” que “reprime a população” apontado pelo Estadão é a própria população. Lá, diferente daqui, a polícia não é formada por uma burocracia que reprime a população ao seu bel prazer, mas pela própria população em milícias populares eleita por bairro, sob o controle da população. Antes mesmo da pandemia já víamos no Brasil um crescimento exponencial da violência policial, ano passado a cena mais comum eram helicópteros da PM atirando na população indiscriminadamente. Em São Paulo a polícia mata à revelia, mais e mais despejos são feitos a luz do dia, em plena pandemia de COVID-19. A repressão no País é massiva, e para o Estadão isso ocorre na vizinhança, não aqui. 

O mundo da imprensa burguesa é descaradamente invertido. A matéria é bem simples: uma grande calúnia e uma campanha contra a Venezuela, sob as ordens do imperialismo que quer invadir o país para derrubar seu governo. São vistos nela várias supostas declarações de médicos e enfermeiros “denunciando” que o tratamento dos chavistas ao coronavírus… funciona. Chega a ser ridículo. Há alegações de que o governo estaria prendendo médicos e civis porque vê o problema do coronavírus como “criminosos”, tal qual o governo Bolsonaro faz. Mas fica evidente que nada disso é real, é apenas mais uma página da imensa campanha contra o governo Maduro. 

Em contrapartida o imperialismo não move um dedo para denunciar o governo genocida de Jair Bolsonaro, que já matou mais de 100.000 pessoas com uma política genocida de abertura total durante a pandemia. Aqui o que rege é o descontrole do vírus, da economia, miséria crescente e (aqui sim) uma violência policial que daria horror em qualquer pessoa da Idade Média.  E passa por uma vista grossa dessa imprensa que se coloca duramente contra Maduro, com mentiras que não passam de uma campanha para invadir um país soberano. 

Inclusive, tocando num ponto que o governo venezuelano ganha na prática de qualquer país imperialista, que é o controle da pandemia no país. É sabido que na Venezuela, diferente dos Estados Unidos, não há nenhum genocídio da população, porque justamente o que o governo mais tem é uma base popular sólida, cujo maior interesse é barrar a pandemia. Com toda certeza, é melhor ser forçado a tomar remédio do que não ter nenhum remédio no seu país. É preciso denunciar essa campanha caluniosa e denunciar o interesse do imperialismo de invadir a Venezuela, derrubar o governo Maduro e impor uma ditadura sobre a população do país. 

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