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andrej hunko die linke
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Berlim, 7 mar (Prensa Latina) – Representantes da oposição na Alemanha, meios de comunicação e grupos da sociedade civil criticaram hoje o Governo por seu papel na escalada de tensões com a Venezuela.

 

O país sul americano anunciou na véspera a expulsão do embaixador alemão, Daniel Kriener, após o diplomata recebesse o autoproclamado presidente encarregado, Juan Guaidó, no aeroporto internacional de Caracas.

‘A expulsão é também consequência do fato de que o Governo alemão violou as normas básicas do direito internacional ao reconhecer Guaidó’, opinou o deputado alemão Andrej Hunko.

O porta-voz para a Política Européia da bancada do Partido da Esquerda (Die Linke) no parlamento destacou que os serviços científicos do Bundestag também criticaram essa política, mas a administração do chanceler federal, Angela Merkel, não tomou a sério essas opiniões.

Conforme a Hunko, a Convenção de Viena sobre as Relações Diplomáticas estipula claramente que os embaixadores não podem interferir nos assuntos internos do Estado receptor.

‘É evidente que o embaixador alemão foi muito menos cauteloso que os de outros países da União Européia’, disse e acrescentou que ‘o ministro alemão de Assuntos Exteriores, Heiko Maas, tem a responsabilidade desta escalada’.

A bancada socialista pediu ao Governo federal voltar às práticas diplomáticas baseadas no direito internacional e assinalou que ‘o absurdo reconhecimento de Guaidó como presidente deve ser revogado’.

Enquanto, meios como o diário Reutlinger Geral-Anzeiger qualificaram a expulsão do embaixador de consequência do fato de que a Alemanha ‘renunciou a sua neutralidade diante dos acontecimentos no país sul americano’.

Destacou o jornal que representantes da direção deste país ‘tiveram dificuldades para explicar aos jornalistas sobre que base se reconheceu Guaidó’.

Por sua vez, a aliança Hands off Venezuela defendeu Nicolás Maduro como ‘presidente da República Bolivariana, eleito duas vezes pelo povo em um processo observado por uma equipe internacional’.

Segundo os ativistas, desde a eleição de Hugo Chávez em 1998, os Estados Unidos tem trabalhado incansavelmente para conseguir uma mudança de governo na Venezuela.

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