Pernambuco
O governo do estado de Pernambuco anunciou que vai esperar a autorização do governo Jair Bolsonaro (ex-PSL, sem partido), que controla a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
11579_684B59B4944E0C60
Vacina Sputnik V | Divulgação/ Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF)

O governo do estado de Pernambuco anunciou que vai esperar a autorização do governo Jair Bolsonaro (ex-PSL, sem partido), que controla a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para negociar com a Rússia a questão da vacina do coronavírus. O governo do Paraná afirmou que assinará um convênio com a Rússia para a produção da imunização. O presidente Vladimir Putin anunciou o registro da primeira vacina do mundo, batizada de Sputnik V.

O secretário estadual de Saúde, André Longo, disse que “Saudamos a iniciativa da realização russa, mas é preciso ter muita prudência em relação a essa vacina, para não criarmos falsas expectativas. Há necessidade de avaliação pela comunidade internacional dos ensaios clínicos que foram desenvolvidos para a validação dessa vacina. Em princípio, a gente precisa aguardar mais detalhes sobre esse anúncio da vacina russa e aguardar as próximas manifestações (…) A gente não pode, em nenhum momento, deixar de dizer que obrigação e coordenação desse processo de imunização é do governo federal. É de responsabilidade dele e da Anvisa a possível importação de um insumo como a vacina”.

O secretário municipal de saúde da Prefeitura de Recife, Jailson Correia, apontou que há que insegurança em relação a vacina e sua efetividade. Disse que serão necessários mais estudos e testes para que se alcance uma segurança sobre a questão.

O governo Bolsonaro, um capacho do imperialismo mundial, pretende deixar a população morrer e garantir os ganhos dos monopólios farmacêuticos que querem lucrar com o registro da vacina. Os russos estão sendo boicotados por parte dos monopólios farmacêuticos, sediados nos principais países imperialistas, interessados em patentear o medicamento. Ao fim, trata-se de uma questão econômica.

O desenvolvimento da situação evidencia que a burguesia não tem qualquer preocupação com a pandemia e as condições de vida e saúde da população. Os monopólios farmacêuticos se interessam em controlar o mercado mundial, que lhes garante ganhos astronômicos. Segundo sua maneira de ver as coisas, um país atrasado não tem o direito de desenvolver medicamentos e comercializá-los, avançando assim sobre os mercados de propriedade do consórcio de países imperialistas.

É digno de nota o fato de que os países imperialistas não foram capazes de desenvolver a vacina, o que demonstra o grau de decadência destes. O sistema do capitalismo imperialista se deteriora e se mostra incapaz até mesmo de socorrer a população dos países mais ricos e desenvolvidos. O domínio da burguesia sobre a economia mundial é uma ameaça para toda a humanidade.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas