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Alfred de Zayas, U.N. independent expert on international order, hold a news conference calling for the abolition of tax havens, Friday, Oct. 21, 2016, at U.N. headquarters. (AP Photo/Bebeto Matthews)
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Caracas, AVN* – O governo dos Estados Unidos e outros países cometem crimes de lesa humanidade na Venezuela com a imposição unilateral de sanções que estrangulam a economia do país, denunciou o ex-assessor da Organização das Nações Unidas (ONU), Alfred-Maurice de Zayas.

“Os EUA não podem estrangular primeiro a economia venezuelana e logo reclamar que o país necessita assistência humanitária. Isto é cínico, maquiavélico, de má fé ao extremo, não pode ser o torturador e o salvador ao mesmo tempo”, afirmou, em entrevista à RT.

Zayas afirmou que a Venezuela somente precisa o fim do bloqueio financeiro e das sanções que contribuem a piorar a situação econômica.

“Quando estive na Venezuela em novembro-dezembro de 2017, certamente não havia crise humanitária, qualquer comparação com Gaza, Iêmen, Síria, Líbia, Sudão é absurda; mas a situação piorou desde então por causa das sanções”, denunciou.

Ressaltou ainda que a Venezuela “agradeceu a assistência internacional para resolver os problemas criados pelas sanções” e afirmou que o país está disposto a aceitar “qualquer assistência oferecida de boa fé” porque recebeu “933 toneladas de alimentos e medicamentos da China, Índia, Turquia”.

Por outro lado, acrescentou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos se “politizou enormemente”, especialmente desde que Luis Almagro tomou posse como secretário-geral da OEA.

De Zayas instou a comunidade internacional a demonstrar sua solidariedade ao povo venezuelano e exigir a suspensão das sanções.

* Os artigos reproduzidos não expressam necessariamente a posição do Diário Causa Operária e do Partido da Causa Operária.

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