Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
1538136175_420034_1538139836_noticia_normal_recorte1
|

Da redação – A família e os seguidores do ditador Francisco Franco, que governou a Espanha como um regime fascista por cerca de 35 anos, ainda se sente a vontade no regime dito democrático do Estado espanhol, ao ponto de perseguir judicialmente ativistas de esquerda contrários ao “legado” do ditador.

Na última sexta-feira (28), 19 ativistas galegos tiveram de comparecer a uma audiência, acusados pela família e pela fundação Franco de crimes de “ódio, contra a honra, danos e violação de morada”.

O suposto “crime” dos militantes foi estender uma faixa, em agosto de 2017, no Paço de Meirás – um castelo do século XIX tomado por Franco há 80 anos em meio à guerra civil espanhola e que ainda hoje pertence a seus seguidores. Na faixa, com a bandeira da Galiza (região independentista, assim como a Catalunha), os manifestantes pediam a devolução da propriedade ao povo galego, como bem de interesse cultural.

Esse foi o “crime” dos ativistas, que podem pegar até 13 anos de prisão, além de multas em dinheiro, caso sejam condenados.

É bom lembrar que a Espanha, mesmo após o fim da ditadura franquista, continua sendo um Estado autoritário e imperialista, que oprime os povos catalão, basco e galego e o próprio povo espanhol. A Espanha, ainda hoje, é uma monarquia e os sucessivos governos têm implementado uma dura política neoliberal, que causou uma das maiores crises da Europa pós-2008.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas