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Em função da “reforma trabalhista”, que acabou com a proteção aos trabalhadores, a categoria optou por defender a convenção coletiva, pois os patões fizeram a proposta de destruir a maioria dos direitos dos professores pautados na convenção.

Professores de mais de 30 unidades do interior e da capital cruzaram os braços reivindicando que o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp), mantenha os direitos já previsto pela convenção coletiva.

As negociações entre professores e donos de escola começaram no início de março. Inicialmente, a proposta do Sieesp era pela alteração de pelo menos 40% das 64 cláusulas da convenção, entre elas a diminuição do tempo de recesso remunerado dos professores no fim do ano, a fragmentação das férias ao longo do ano – ao invés de férias coletivas em junho e julho – redução das bolsas de estudo para filhos de professores e fim da garantia semestral de trabalho para docentes há mais de 22 meses na escola.

A categoria, organizada pelo Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), espera engrossar o caldo com  uma nova paralisação, agendada para a próxima terça-feira 29.

“O discurso das escolas é que individualmente manterão alguns direitos, mas a nossa avaliação é de que os professores se deram conta de que isso não vai acontecer. Então nossa única alternativa é a greve”, afirma a diretora do Sinpro-SP Silvia Barbara.

Os professores fizeram atos em diversas escolas, aulas públicas em praças de São Paulo e encerram o dia de paralisação com uma ato na avenida Paulista. Além de professores, o ato reuniu pais e alunos

A política da direita golpista é clara: atender aos interesses da burguesia. Suas medidas, como privatizações, terceirizações etc., tendem a se tornar mais amplas, aplicadas nacionalmente, tornando ainda mais precária as condições de trabalho do povo, bem como os salários cada vez mais baixos e insuficientes. Uma desvalorização total.

A situação torna indispensável e urgente a luta contra o golpe e contra todas essas medidas de ataque que se intensificam em todo o País. Todo apoio à greve dos professores das escolas particulares.

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