Demagogia burguesa
Suposta superioridade no ensino não se trata da disciplina fascista, mas sim dos investimentos governamentais
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Escola militar | Foto: Reprodução

Muito se faz propaganda na imprensa burguesa e golpista sobre a suposta superioridade do ensino nas escolas de carater civico-militar, inclusive com dados estatísticos, números, para justificar o melhor desempenho das escolas militares sobre a média das escolas públicas, estatais.

Pois bem, mas acontece que muita coisa é alardeada e pouco é esclarecido. Vamos aos fatos.

Para trabalhar nestas escolas militarizadas, o professor passa por um processo de seleção político-ideológico. Os militares se encarregam de impedir o trabalho de qualquer professor que expresse uma concepção crítica da realidade do país e que, sobretudo, busque se organizar para defender os direitos dos trabalhadores e intervir no desenvolvimento da luta política. A penetração dos partidos de esquerda e as entidades sindicais , uma vez detectadas pela vigilância dos militares, são sumariamente banidas.

O perfil selecionado para trabalhar nestas escolas é o professor conservador e de extrema-direita, alinhado com a noção de “tradição, família e propriedade” e com ideologia e o programa bolsonaristas. O próprio ex-Ministro da Educação, Abraham Weintraub, declarou que a escola militar é uma escola de direita.

Estas instituições são mantidas com verbas do Ministério da Defesa e têm autonomia para montar o currículo e a estrutura pedagógica. São R$19 mil por estudante. Cada aluno de colégio militar custa ao País três vezes mais do que quem estuda em escola pública regular.

O setor público investe, em média, R$ 6 mil por estudante do ensino básico anualmente. Está mais do que evidente que se não se trata da disciplina fascista mas dos investimentos governamentais.

Um bom exemplo do caráter assassino, genocida, fascista das escolas militares é o fato de em plena pandemia mundial de coronavírus, que colocou todo o globo em alerta e já matou 1 milhão de pessoas, as escolas cívico-militares seguiram funcionando regularmente nos estados de Santa Catarina, Distrito Federal e Pernambuco.

Ao invés de cair na propaganda da imprensa burguesa, a comunidade escolar deve lutar contra a politica fascista nas escolas e pelos investimento na educação publica.

Pelo fim das escolas militares! Volta as aulas só com o fim da pandemia vacina!

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