Se mantém a farsa do EAD
Com a desculpa de investimentos tecnológicos, escolas particulares antecipam cobrar mais por ensino farsa por EAD
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Contas em constante expansão | Foto: Reprodução

O ano de 2021, na área da educação, se apresenta desde já com mais uma questão para as famílias que utilizam o ensino privado. Escolas particulares apontam aumento da mensalidade para o ano que vem, usando para isso a justificativa da questão da pandemia e do ensino à distancia (EAD), o que necessitaria de maiores investimentos em infraestrutura tecnológica.

Ora, o ensino à distancia é um ensino pior, farsesco, de qualidade muito reduzida, então como pode uma educação piorada requerer aumento nos custos? Deveria em lugar disso haver uma redução do valor das mensalidades, se o oferecido será esse verdadeiro tapa-buraco que é o EAD, ao qual muitas famílias nem possuem boa estrutura para viabilizar, pois mesmo a internet em muitos lugares não apresenta estabilidade de conexão.

Também importante sobre essa questão é pontuar que não deveria estar havendo aulas, nem as presenciais (que já iniciaram em diversos lugares) sem vacina, nem a falsidade que é o chamado EAD. Em meio a uma pandemia que pelos números oficiais já matou 160 mil pessoas e deixou sequelas físicas e psíquicas em tantas milhares de outras, é impensável acreditar que a prioridade deva ser a garantia da manutenção de aulas nas escolas. Este ano escolar está perdido, não deveria nem mesmo ter se iniciado. Isso tudo sem mencionar a tendência de aumento de demissões para redução de efetivo que já apareceu nas universidades particulares a partir da implementação do EAD.

Esses acontecimentos na área da educação demonstram algo muito simples, o ensino privado, o ensino pago, é inviável. Não tem como pressuposto a educação, a formação dos estudantes, mas o lucro. O ponto de vista atrelado a isso colocou a aberração da pressão das escolas particulares para o retorno das aulas presenciais, para o ensino à distancia, para o não cancelamento do ano letivo e do ENEM.

A situação que disso decorre é uma de pressão sobre estudantes e famílias para atender as demandas escolares impostas, enquanto gerenciam as tensões com a questão da saúde, do isolamento, da falta de perspectiva de superação da situação por causa da inação do governo golpista de Bolsonaro. A quem não tem acesso a tecnologia, a maioria da população, restou ficar à margem do projeto absurdo da direita fascista, dos bancos e empresários da educação. Para que tenhamos uma educação de fato de qualidade para toda a população, que seja justa e formadora, é necessário colocar o centro do problema: fim do ensino pago já! Fora Bolsonaro e todos os golpistas!

 

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