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Bolchevismo e stalinismo

Escola Marxista: teoria e prática na construção do partido

A 4a edição da Escola marxista acontecerá em dezenas de cidades e será uma alavanca de impulso para o desenvolvimento do partido assim como da política em geral por todo o Brasil

Assim como os bolchevique levaram o marxismo ao Quirguistão, onde se localiza essa estátua, o PCO irá levar o marxismo a todo o Brasil. – Foto Reprodução.

Redação do DCO

Vinícius Rodrigues

A Escola Marxista já aconteceu por todo o País em diversas cidades e continuará acontecendo em muitas outras por todo o mês de junho. De norte a sul do País, a teoria marxista será debatida por milhares de pessoas em dezenas de cidades. O tema escolhido — “Bolchevismo e Stalinismo” — se liga diretamente à ultima Universidade Marxista — “O que foi o stalinismo: uma análise marxista. O curso é baseado livreto homônimo de Leon Trótstki que foi aquele que melhor analisou o fenômeno da burocracia soviética.

Os cursos acontecerão das grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, onde serão subdividos por zonas e bairros, assim como nas cidades do interior das médias até as pequenas onde moram muitos companheiros interessados tanto na teoria marxista geral como em realizar ativadas políticas mais praticas no momento. Ao contrário da Universidade Marxista, que busca agrupar os setores mais interessados no estudo do socialismo científico para realizar um extenso e aprofundado curso, a Escola Marxista, mantendo a qualidade, tem o objetivo de ir para as diversas localidades do país onde raramente chegam as atividades da esquerda.

Assim, por meio de aulas sobre o marxismo, se agrupam os setores mais conscientes dos bairros e cidades que não só terão ali um acesso a um debate de altíssima qualidade, como irão se agrupar e assim dar início, ou fortalecer, um trabalho político geral. Por meio da Escola Marxista, é possível desenvolver os Comitês de Luta em todo o País, assim como fortalecer o Partido da Causa Operária que terá sua influência se estendendo por um território cada vez maior, algo crucial para se formar um partido operário e de massas.

O tema escolhido faz parte da luta contra as tendências reacionárias dentro da esquerda que entrevam o movimento revolucionário da classe trabalhadora, o stalinismo é um desses fenômenos por excelência, e portanto precisa ser combatido. Desde seu início quando a burocracia assumiu o poder na URSS passando por toda a sua história de contra revoluções na Inglaterra em 1926, na China em 1927, na Alemanha em 1933, na França e na Espanha em 1936, na França, na Grécia e na Itália ao fim da segunda guerra, isso só para citar os casos mais famosos. Até chegar aos dias atuais onde ainda existem resquícios do stalinismo no Brasil e em todo o mundo.

Na realidade Stalin foi um dos maiores defensores da política de frente ampla contra as mobilizações dos trabalhadores, ao fim da segunda guerra mundial a frente incluía URSS, o imperialismo “democrático” dos EUA da Inglaterra e da França, o imperialismo fascista da Espanha e de Portugal, os governos ultrarreacionários dos países atrasados como o governo do Kuomintang da China, nêmesis dos comunistas chineses, dentre outros. O inimigo da frente ampla era justamente a classe operária que estava em uma enorme convulsão revolucionária. Da mesma forma que a frente ampla nos dias de hoje no Brasil tem como sua principal inimiga a mobilização dos trabalhadores contra o golpe de Estado que se aglutina em torno da figura do ex presidente Lula.

O curso em si tem uma duração de 3h e para ser realizado basta se inscrever no site da Escola Marxista. Existem duas modalidades: a simples, que tem um valor de apenas 10 reais, e a com o livreto Bolchevismo e Stalinismo que custa 35 reais já com o frete incluso. O livreto também é um grande destaque, ele é traduzido e editado pelo próprio PCO e possuiu notas de rodapé de altíssima qualidades escritas pelo companheiro Rui Costa Pimenta que facilitam muito a leitura visto que explicam quem são as principais personagens da política que estão sendo debatidas, partidos, organizações e outros aspectos que não são tão conhecidos nos dias de hoje.

A Escola Marxista também é um importante curso para a formação de militantes, tanto aqueles que são os professores que precisam desenvolver amplamente a compreensão do marxismo para poder realizar as aulas, quanto dos alunos que terão ai um aprendizado, que somado aos diversos outros cursos de formação do partido adquirirão uma profunda compreensão do materialismo histórico. A formação dos militantes é algo imprescindível para o desenvolvimento do partido e para a atividade política nacional como um todo que é em grande parte impulsionada justamente pelo trabalho cotidiano e nos momentos de convulsão, dos militantes.

Esse é um aspecto crucial das atividades do partido operário revolucionário, uma tradição que vem desde os grandes partidos operários fundados ainda no tempo de Engels. O Partido Social-Democrata Alemão por exemplo, possuía um amplo curso de formação para os seus militantes cuja a principal professora era justamente a revolucionária Rosa Luxemburgo. Esse partido serviu de inspiração para os próprios bolcheviques que por sua vez são aqueles que mostraram para todo o mundo o caminho para a revolução socialista. E é por isso que o PCO convida todos a participar dessa 4a edição da Escola Marxista.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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